English French German Spain Italian Dutch
Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified
By Ferramentas Blog

domingo, 1 de maio de 2011

AVULSO- JOSÉ ANTÔNIO DE ALMEIDA SOUZA


DUZENTOS ANOS DA FACULDADE DE MEDICINA DA BAHIA
(PRIMEIRA A SER FUNDADA NO BRASIL)

*
Ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia em 1967, concluindo o curso de graduação em Medicina no ano de 1972.
De 1973 a 1977, fez o curso de Mestrado em Medicina, na Universidade Federal da Bahia, sob a orientação do Prof. Armênio Costa Guimarães.
Em 1979 e 1980, fez especialização em Cardiologia na Universsity of London (Inglaterra), como bolsista do British Council.
No período de 1992 a 1999, realizou o Doutorado em Medicina na Universidade Federal da Bahia.
Foi Diretor da Faculdade de Medicina da UFBa. (1996/2000) . É Professor Adjunto da mesma faculdade onde ensina Cardiologia, Iniciação do Exame Clínico e Clínica Médica.
Na Escola de Enfermagem da UFBa, lecionou, em cursos de extensão. Ressuscitação cardiorespiratória, Atenção Pré-Hospitalar á Emergências e Urgências, Primeiros Socorros, Emergências Metabólicas e Cardiovasculares e Parada Cardiorespiratória Cerebral.
É Coordenador do Curso de Medicina da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), em Salvador, Bahia.
Aritigos completos publicados em periódicos, 12.
Resumos publicados em anais de congressos, 32.
Apresentações de trabalhos, 2.
Participação em Bancas Examinadoras de Mestrado, 3.
Idem de Doutorado, 1.
Participação em eventos: 12.
Organização de eventos: 16.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
José Antônio de Almeida Souza- Disponível em http://buscatextu al.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4764864E8. Acesso em 16 de setembro de 2009.


No coração do centro histórico de Salvador, o Terreiro de Jesus, próximo ao Pelourinho, pode revelar ao visitante muito da história da cidade e da lógica da sociedade colonial.  Nela, vizinho da Sé, um grande prédio hoje de um rosa desbotado e sempre em restauração divide a praça com a Catedral, com a Igreja de São Pedro dos Clérigos e com a Igreja de São Domingos, a dois passos da  Igreja do Rosário dos Pretos que reina no Pelourinho, da Igreja de Sant’Ana, da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco e da  igreja recoberta de ouro do Convento de São Francisco
A seu modo, o imenso prédio rosa é também um templo.  Essa analogia não passou desapercebida ao Vice Presidente do Instituto Bahiano de História da Medicina e Ciências Afins, professor Antonio Carlos Nogueira Britto, que assim concluiu a conferência que fez no Anfiteatro Alfredo Britto no dia 18 de fevereiro de 2003, por ocasião da comemoração dos 195 anos de Ensino Médico na Bahia:
Atentai, ó vós que estais a pisar este chão.
Este chão é sagrado.
Este chão, este solo, esta terra são ungidos, são consagrados, são abençoados pelos deuses da Medicina.
Este é o chão do Santuário da Medicina primaz do Brasil.[1]
Os trabalhos da memória fizeram do edifício do Terreiro de Jesus um templo do saber médico e da ciência no Brasil. Ali, antes da expulsão dos jesuítas de Portugal e suas colônias, ficava o Colégio da Companhia de Jesus e nele, já transformado em Hospital Real Militar da Bahia, instalou-se por Decisão Régia de 18 de fevereiro de 1808 a Escola de Cirurgia da Bahia, primeira escola médica do Brasil.  Em 1816 se transformaria na Academia Médico-Cirúrgica da Bahia para tornar-se, em 1832, a Faculdade de Medicina da Bahia, em 1891 a Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia, voltar a ser em 1901 a Faculdade de Medicina da Bahia (fotos 5, 6, 7 e 8) e, quando as Universidades passaram a aglutinar as faculdades isoladas, tornou-se a Faculdade de Medicina da Universidade da Bahia, em 1946, até chegar a hospedar, em 1965, algumas dependências da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia.
De forma análoga às igrejas com quem dialoga no Terreiro de Jesus, o velho prédio que a cidade se acostumou a ver como a Faculdade de Medicina da Bahia, por mais que a Faculdade ocupe novas instalações no Canela desde 1918, transformado em Memorial da Medicina,  abriga hoje como abrigou em outros tempos relíquias da história da medicina na Bahia e no Brasil ,imagens dos grandes vultos da medicina baiana (fotos 17, 18, 19, 20 e 21), o sancta sanctorum da elite médica baiana e alguns dos suportes físicos que serviram aos rituais acadêmicos de outrora.
Ainda hoje alguns desses rituais ali se celebram, quer porque ali se realizem as sessões solenes da Academia de Medicina da Bahia, quer porque desde março de 2004 o prédio voltasse a abrigar a diretoria e a secretaria geral da Faculdade de Medicina da Bahia e os programas de extensão por ela organizados, quer ainda porque, a cada mês de dezembro, as turmas de médicos que comemoram o aniversário de sua formatura percorram, reverentes como em uma procissão, seus corredores  e salões após a missa festiva na Sé.

            Lugar de memória da medicina, do saber médico e do prestígio social dos médicos na sociedade brasileira, na sua arquitetura atual, resultado da reconstrução feita após o incêndio de 1905, emula, por um lado, os templos clássicos com suas inumeráveis colunas dóricas e jônicas  e, por outro, as absides das igrejas cristãs na rotunda onde se instalou o anfiteatro.   Seu mobiliário (fotos 31 e 32), seus ornamentos (foto 33) e os objetos que guarda permitem que o visitante vislumbre fragmentos do passado de glória do lugar que se vê e é visto como o berço da medicina no Brasil.  Sua monumentalização no imaginário da cidade de Salvador e naquele dos cientistas do Brasil revestiram o velho prédio da função de lugar fundacional e de toda a carga simbólica que costuma a acompanhar esses espaços.  Por isso é o Memorial da Medicina, sem uma especificação que o remeta à cidade de Salvador ou mesmo à Bahia: é, por excelência, o Memorial da Medicina no Brasil.
 O Memorial abriga ainda um Arquivo  que conserva um material precioso, composto, sobretudo, de teses defendidas desde o século XIX , de matrículas dos alunos, cadernetas, atas de concursos, e atas das sessões da Congregação da Escola Médica.  Nele,  os funcionários atendem os pesquisadores com uma disponibilidade que vai muito além do profissional e com uma cordialidade que é marca de identidade dos baianos.
 Ainda que de forma menos perceptível ao visitante, o prédio rosa de hoje é também um lugar de memória do descaso para com a ciência no Brasil.   Esse descaso se manifestou tragicamente quando, na noite do dia 2 de março de 1905, um incêndio que poderia ter sido controlado, segundo a imprensa da época, caso os bombeiros tivessem sido mais eficientes e melhor aparelhados,   destruiu completamente a Biblioteca e algumas dependências da Faculdade, inclusive o Gabinete de Medicina Legal dirigido por Nina Rodrigues.  Perderam-se então os 22.000 volumes da mais preciosa Biblioteca Médica do país.  Foi assim também em outubro de 1951, quando outro incêndio destruiu o pavilhão da frente da Faculdade de Medicina da Bahia.  E, se os dois incêndios podem ser tidos como fatalidades, o mesmo não se pode dizer do que a incúria permitiu que sucedesse, em nossos dias, com a biblioteca  reconstituída  depois do incêndio de 1905 graças às doações feitas por professores, por particulares e por instituições[2].
Abandonada, a Biblioteca viu seu telhado ruir, o mobiliário perder-se pela ação da chuva bem como uma parte significativa dos livros, alguns deles muito antigos.  Como tantas vezes acontece, depois do desastre consumado, foram tomadas providências e um investimento significativo foi destinado à restauração do que ainda possa ser recuperado.  Uma pequena equipe de bibliotecários, restauradores e estagiários dedica-se a essa tarefa, em salas sem ventilação, e – ao menos até dezembro de 2005 - sem os equipamentos necessários para um             trabalho profissional sério.  Quando da recente visita de um Ministro de Estado às obras de restauração, em lugar de expor as reais necessidades de equipamentos e de pessoal especializado, o que foi mostrado foram os livros já higienizados e recuperados, mas não o subterrâneo irrespirável onde se amontoam milhares de livros ou o galpão vizinho a uma carpintaria, de portas abertas para um pátio interno por onde circula quem quiser e com as vidraças das janelas quebradas, repleto de livros, teses, periódicos científicos e de sacos e mais sacos de lixo com livros irrecuperáveis, alguns deles preciosos, fossilizados pela ação da chuva e do calor na antiga biblioteca ou carcomidos pelas traças.
Mais grave ainda: a monumentalização do velho edifício rosa que um dia abrigou a Faculdade de Medicina da Bahia e a grandiosidade de seus salões e corredores fez com que suas dependências se tornassem um ponto cobiçado para grandes festas da capital baiana.  No dia em que visitei os trabalhos de restauração dos livros, em dezembro de 2005, preparava-se ali uma grande festa de casamento.  Na parede que separava uma das salas vazias daquela que guarda, sem climatização, os livros já recuperados e higienizados, alinhavam-se nove botijões de gás, conectados a fogões onde seriam preparados os pratos que, mais tarde, seriam servidos na festa.  E não é difícil imaginar que, no dia seguinte a uma dessas festas, restos de comida sejam encontrados dentro da sala dos livros salvos.
 Esperemos que não tenhamos de lamentar outro desastre.  E, se não for demais, esperemos também que o projeto de recuperação do que restou da biblioteca não adormeça ao ritmo da burocracia do serviço público.  As paredes do casarão do Terreiro de Jesus não guardam apenas relíquias mortas da história da medicina e da ciência no Brasil.  Os livros, as teses médicas, os manuais e os periódicos científicos que um dia estiveram na Biblioteca não guardam apenas informações que interessam aos eruditos: são parte substancial da identidade da ciência no Brasil, porque são memória viva, e como tal deveriam ser cuidados.
 

[1] - Antonio Carlos Nogueira BRITTO. 195 anos de Ensino Médico na Bahia.  IN www.medicina/ufba/br consultado em 30 de dezembro de 2005.   Nos muros da antiga faculdade de Medicina da Bahia o trecho foi reproduzido em bronze.
[2] - cfr. Antonio Carlos Nogueira BRITTO. O incêndio da Faculdade de Medicina da Bahia em 1905.  IN www.medicina/ufba/br  consultado em 02 de Janeiro de 2006.

 






AVULSO- JOÃO BATISTA DE CERQUEIRA


JOÃO BATISTA DE CERQUEIRA

*

Nasceu em Nova Soure, interior da Bahia, em 29 de agosto de 1953. Seus pais são Francisco Dantas de Cerqueira e Irene Maria de Santana.
Aprendeu as primeiras letras em sua terra natal, tendo chegado em Feira de Santana, com a família, em 1965, onde completou seus estudos.
Ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia em 1972, sendo diplomado em Medicina, na mesma faculdade, em 1978.
Realizou o curso de especialização em Urologia e Clínica Cirúrgica no Hospital Municipal de Tatuapé, em São Paulo.
Realizou o curso de Mestrado em Ciências Morfológicas, no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Em 1984, tornou-se membro titular, por concurso, da Sociedade Brasileira de Urologia.
Regressando para Feira de Santana, foi nomeado Diretor da 2ª Diretoria Regional de Saúde do Estado e, lodo em seguida, Secretário Municipal de Saúde.
Foi eleito Vereador Municipal, onde apresentou vários projetos, inclusive os referentes a criação do Conselho Municipal da Educação e do Conselho Municipal da Saúde.
É portador da Comenda Dr. Gastão Guimarães e do Titulo  de Cidadão de Feira de Santana
Foi o primeiro presidente da Unimed de Feira de Santana, tendo participado ativamente na implantação da referida instituição e do  Hospital Unimed.
Presidiu a Unimed do Estado da Bahia, por dois mandatos consecutivos.
No âmbito da educação, foi professor do Ginásio Municipal Joselito Falcão de Amorim e professor, por concurso, da Universidade Estadual de Feira de Santana. Presidiu a Comissão de Operacionalização e Implantação do Colegiado do Curso de Medicina.
É Professor adjunto de Urologia da Universidade Estadual de Feira de Santana, tendo publicado, em 2004, o livro “Anatomia Humana e Aprendizagem Baseada em Problemas”.
Em 2007, lançou “Asssistência e Caridade – a história da Santa Casa de Misericórdia de Feira de Santana, de 1859 a 2008”, hoje em sua 2ª edição.
Coordenou a Comissão de Reestruturação do Corpo Clínico do Hospital D. Pedro de Alcântara.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
Cerqueira, João Batista de – Assistência e Caridade- A história da Santa Casa de Misdericóridia de Feira de Santana- 1859 a 2006. UEFSm 2007.
Cerqueira, João Batista de – Dr. João Batista de Cerqueira, informações pessoais.


A história da Santa Casa de Misericórdia, que teve origem em Lisboa, Portugal, e a sua importância para Feira de Santana e região foi destacada na noite de sexta-feira, 26, na Câmara Municipal, durante sessão comemorativa do sesquicentenário de fundação da instituição, responsável pela administração do Hospital Dom Pedro de Alcântara. O evento, que reuniu membros da irmandade, autoridades municipais e lideranças políticas, teve como palestrante o médico e ex-vereador João Batista Cerqueira.
“Não são muitas instituições no mundo que comemoram 150 anos”, ressaltou João Batista, que também é vice-provedor da Santa Casa de Misericórdia, uma das três instituições mais antigas de Feira de Santana – as outras são a Igreja do distrito de Maria Quitéria e a Câmara Municipal. Segundo o palestrante, a Santa Casa foi fundada em 25 de março de 1859 tendo como pilares os princípios da fraternidade e da caridade, que são os símbolos do compromisso com a solidariedade.
O crescimento da unidade hospitalar mantida pela Santa Casa mereceu destaque de João Batista. O Hospital Dom Pedro de Alcântara iniciou as atividades com apenas seis leitos, sendo três femininos e três masculinos. Ao longo dos anos, segundo ele, cerca de cinco mil dirigentes passaram pela Santa Casa, nas administrações conduzidas por 35 diferentes provedores. “Não resta dúvida que trata-se de uma instituição magnífica e grandiosa”, enfatizou.
Autor do requerimento que resultou na realização da sessão especial, o vereador Justiniano França (DEM) saudou o palestrante e convidados com um pronunciamento em que destacou “a dedicação e o amor ao próximo” que norteiam o trabalho da direção e servidores da instituição. Ele considerou o momento “muito especial”, considerando a contribuição da Santa Casa de Misericórdia para a saúde em Feira de Santana e municípios da região.
A sessão foi conduzida pelo presidente do Legislativo, vereador Antônio Carlos Passos Ataíde, que compôs a mesa ao lado do palestrante, prefeito Tarcízio Pimenta, deputado federal Sérgio Carneiro, que representou o senador João Durval, provedor da Santa Casa Outran Borges e o ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho.


AVULSO- JEHORVAN LISBOA CARVALHO



Ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, e, 1961, sendo graduado em 1966.
De 1967 a 1969, realizou o curso de especialização em Cirurgia Cardiovascular, na Universidade Federal de São Paulo.
De 1974 a 1979, fez o curso de mestrado em Cirurgia, na USP.
Em 2000 concluiu o doutorado em Medicina, na Universidade Federal da Bahia.
Atualmente é Professor Adjunto IV da Universidade Federal de Bahia.
Artigos completos publicados em periódicos, 6. Trabalhos completos publicados em anais de congressos, 8. Apresentação de trabalhos, 7. Participação em eventos científicos em sua área de especialização, 21.


FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Jehorvan Lisboa Carvalho. Disponível em http://www.google.com.br/sear
ch?hl=pt-BR&q=JEHORVAN+LISBOA+CARVALHO%2BCURICULO+LATTES&b
tnG=Pesquisa+Google&meta=%Dlang_pt&aq=f&oq.Acesso em 29 de julho
de 2009.


 

APÓS CIRURGIA CARDÍACA, PACIENTES

PARAM DE TOMAR ESTATINAS


Pacientes com problemas cardíacos que são submetidos à cirurgia desistem com mais facilidade de medicamento para colesterol do que aqueles que não são operados, segundo estudo publicado no periódico científico American Journal of Cardiology. De acordo com a pesquisa, os pacientes operados negligenciam as doses de estatinas indicadas pelso médicos para reduzir o colesterol. Em muitos casos, simplesmente param de usá-las por contra própria.
De acordo com os autores do estudo, não tomar o medicamento ou descontinuar o uso após a cirurgia são duas atitudes graves e podem colocar em risco a saúde do paciente. As estatinas são reconhecidas por reduzir a chance de um novo ataque cardíaco, melhorar a qualidade de vida do paciente, aumentando assim a taxa de sobrevivência após a operação.
Para chegar aos resultados, foram avaliados os dados de mais de 13.000 pessoas hospitalizados após um ataque cardíaco ou por uma forte dor no peito. Mais de 9.400 fizeram cirurgia de revascularização coronária (ponte de safena) ou angioplastia. Os demais pacientes foram tratados somente com medicamentos – como remédios para controle de pressão arterial e para afinar o sangue. Todos os pacientes – os operados e os medicados – receberam prescrição de estatinas.
De acordo com a pesquisa, 70% dos pacientes que fizeram a cirurgia aderiram totalmente ao tratamento com estatinas, em comparação a 79% dos que só tomaram os medicamentos. “Estamos surpresos com os resultados desse estudo”, disse o pesquisador Niteesh K. Choudry, da Universidade de Harvard. A expectativa dos pesquisadores era encontrar exatamente o contrário: que pacientes submetidos à cirurgia cardíaca tivessem mais preocupação em tomar o medicamento corretamente.
Eles não descobriram porque os pacientes operados desistiram do medicamento. “Eles podem pensar algo como: ‘Já passei pelo procedimento, agora estou bem e não preciso de mais nada’”, sugeriu Choudhry.


FONTE: REVISTA VEJA
http://www.sjtresidencia.com.br/invivo/?p=17107 

AVULSO- JOSÉ BESSA JÚNIOR

Jose De Bessa Junior
JOSÉ BESSA JÚNIOR

*

Nasceu em Campina Verde, Minas Gerais, a  25 de julho de 1965, sendo seus pais José Bessa e Vicência Nunes de Freitas Bessa.
Cursou os estudos iniciais em sua terra natal, mudando-se  para Barretos, onde concluiu seus preparatórios.
Em 1983, ingressou na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, onde se graduou em Medicina no final de 1988.
Ainda estudante de medicina, foi monitor das disciplinas Imunologia e Urologia, representante discente junto ao Departamento de Morfologia e na Congregação da Faculdade.
Logo após a formatura, iniciou o curso de Residência Médica no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), especializando-se em Cirurgia Geral . 
De 1991 a 1992, aprofundou seus conhecimentos em Urologia, na mesma universidade.
Concluídos tais cursos, mudou-se para Feira de Santana,onde iniciou sua clínica urológica.
Em 2001/2002, fez o  Mestrado em Urologia, na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, sob orientação do Prof. Francisco Tibor Dénes.
De 2004 a 2006, realizou o curso de Doutorado na mesma Faculdade, defendendo tese no ano seguinte.
Regressando à Feira de Santana, continuou suas atividades cirúrgicas nos hospitais da cidade.
Tem 64 trabalhos apresentados em eventos científicos, realizados no Brasil e no exterior. É autor ou co-autor de 4 capítulos de livros e possui dez artigos publicados em periódicos especializados.
Pertence à Sociedade Brasileira de Urologia, à Associação Americana de Urologia, à Associação européia de Urologia, à Academia de Medicina de Feira de Santana e outras instituições científicas e culturais.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Memória da Academia de Medicina de Feira de Santana. Editora da AMeFS. Feira de Santana, 2007.


TESE DE DOUTORAMENTO
Acurária do estudo dos jatos ureterais à ultra-sonografia do Doppler Colorido no diagnóstico das hidronefroses

Autor
Nome completo
José de Bessa Junior
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Orientador
Banca examinadora
Denes, Francisco Tibor (Presidente)
Buchpiguel, Carlos Alberto
Giron, Amilcar Martins
Macedo Junior, Antonio
Mitre, Anuar Ibrahim
Título em português
Acurária do estudo dos jatos ureterais à ultra-sonografia do Doppler Colorido no diagnóstico das hidronefroses
Palavras-chave em português
Hidronefrose
Obstrução ureteral
Sensibilidade e especificidade
Técnicas de diagnóstico urológico
Ultra-sonografia Doppler em cores
 
Resumo em português
Introdução e Objetivo: Hidronefrose e Obstrução são condições associadas, entretanto dilatações da via excretora podem ocorrer na ausência de obstruções clinicamente importantes. Ultra-sonografia convencional e Renograma com Diuréticos são os métodos diagnósticos complementares mais utilizados na avaliação das hidronefroses na infância. Recentes trabalhos têm demonstrado a possibilidade de observarmos os jatos ureterais com o Estudo Ultra-sonográfico com Doppler Colorido e sugerido a sua aplicação no diagnóstico diferencial das hidronefroses. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a aplicabilidade do estudo dos jatos ureterais como método diagnóstico na identificação das hidronefroses obstrutivas e não obstrutivas na população pediátrica. Métodos: Foram estudadas 48 crianças (35 meninos e 13 meninas) com idade que variou de um mês a 14 anos (mediana de 4 anos), que se apresentaram com Hidronefroses Unilaterais, Graus III e IV, e com suspeita de obstrução da junção pieloureteral. Todos os sujeitos foram submetidos ao Estudo dos jatos ureterais e ao Renograma com Diuréticos num período de duas semanas. As unidades hidronefróticas foram consideradas obstruídas quando a Função Renal Diferencial era menor do que 40%, ou em indivíduos mais velhos que apresentavam dor lombar intermitente. Os jatos ureterais de cada meato foram contados por um período de 5 minutos e considerados separadamente. Freqüência Relativa dos Jatos (FRJ) foi definida como o numero de jatos ureterais no lado afetado dividido pela soma dos jatos ureterais observados bilateralmente. Resultados: Vinte e duas (45,8%) unidades hidronefróticas foram consideradas obstruídas.A média da FRJ diferiu significativamente entre as hidronefroses obstrutivas (0,09 ± 0,15) e não obstrutivas (0,41 ± 0,11). (p<0.001). Análise da Curva ROC revelou que FRJ < 0,25 é o melhor valor que distingue as hidronefroses obstrutivas e não obstrutivas e o faz corretamente em 91,2 % dos casos, com uma Sensibilidade de 86,4% (IC95%=78,6-98,2%) e Especificidade de of 96.15% (IC95%=87.8-99%). O Índice de Probabilidade Positivo foi de 22,45 e a Razão de Chances Diagnóstica de 158,3. A área sob a curva ROC foi de 0,91 (IC95%=0,86-0,98) indicando a excelente acurácia do método. Conclusões: FRJ < 25 % mostrou ser um bom indicador de obstrução nas hidronefroses unilaterais da infância. O estudo dos jatos ureterais a Ultrasonografia com Doppler Colorido é método simples, não invasivo e pode ser utilizado na abordagem inicial e no seguimento, na diferenciação das hidronefroses obstrutivas e não obstrutivas na população pediátrica
 
Título em inglês
Diagnostic accuracy of color Doppler sonographic study of the ureteric jets in evaluation of hydronephrosis
Palavras-chave em inglês
Diagnostic techniques urological
Hydronephrosis
Sensitivity and specificity
Ultrasonography Doppler color
Ureteral obstruction
Resumo em inglês
Introduction and Objective: Hydronephrosis (HN) and obstruction are closely associated, but upper urinary tract dilatation can occur without significant obstruction. Despite some pitfalls, conventional ultrasonography and diuretic renography (DR) are the main modalities in the evaluation of HN in children. Recent reports have demonstrated the usefulness of Color Doppler Ultrasonography (CDUS) as a reliable method to identify the ureteric jets (UJ) in the bladder. The aim of this study was to evaluate CDUS evaluation of the UJ in the bladder as a diagnostic tool to distinguish obstructive from non-obstructive dilatations of the upper tract in pediatric population. Methods: We evaluated 48 patients (35 boys and 13 girls), aged 1 month to 14 years (median = 4 ys.), who presented with unilateral grade III and IV hydronephrosis suspicious of pyeloureteral junction obstruction. All patients underwent DR and evaluation of UJ by transverse CDSG of the bladder within a maximum of 2 weeks. Obstruction was considered in the DR when the hydronephrotic unit showed Differential Renal Function of less than 40%, or when symptomatic intermittent renal colic was present in older children. The number of UJ was counted over a 5 min period and its frequency was calculated for each ureteral orifice. Relative Jet Frequency (RJF) was defined as the UJ frequency of hydronephrotic side divided by total UJ frequency. Receiver-Operating Characteristic (ROC) plots were constructed to determine the best cuttoff for RJF, in order to identify renal units with obstructive hydronephrosis. Results:Twenty-two(45.8%) hydronephrotic units were considered obstructed. The mean RJF differed significantly between obstructive (0.09 ± 0,15) and non-obstructive hydronephrosis (0.41± 0.11)(p<0.001). ROC analysis revealed that RJF< 0.25 was the best threshold and it correctly discriminates obstruction in 91.2% of the childrens with a sensitivity of 86.4% (95%CI=78.6-98.2%) and specificity of 96.15% (95%CI=87,8-99%). The Positive Likelihood Ratio was 22.45 and Diagnostic Odds Ratio was 158.3.The area under the ROC curve was 0.91 (95%CI=0.86-0.98), indicating excellent discrimination power. Conclusions: In this study RJF < 25% was found to be a good indicator of obstruction in children with unilateral hydronephrosis. CDUS evaluation of UJ is an easy and non-invasive method that can be used as an initial diagnostic tool and in follow-up cases, to differentiate obstructed from non-obstructed hydronephrosis in the pediatric population
 
 
 
 
                                                                                   
 
 
                      
                                                                                
 


AVULSO- JOSÉ ANDRADE MOURA JÚNIOR

 


Nasceu em Jequé, Bahia, em 31 de janeiro de 1958, sendo seus pais José Andrade Moura e Waldeth Garcez Moura.
Realizou os primeiros estudos em Jequié e residiu naquela cidade até os 14 anos de idade, quando sua família fixou residência em Salvador.
Em 1976, ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, onde foi diplomado em 1981.
Fez residência médica no Hospital Ana Neri, em Salvador, especializando-se em Medicina Interna, com ênfase em Nefrologia.
Em 1984 mudou-se para Feira de Santana, tornando-se o primeiro nefrologista daquela cidade.
Em seguida atualizou seus conhecimentos no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, onde adquiriu experiência em transplante renal.
Tendo conquistado o título de especialista em Nefrologia, conferido pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (1988).
A partir de 1985, iniciou a prática de transplantes renais em Feira de Santana, onde acumulou relevante  casuística.
Assumiu a Vice-Presidência da Sociedade Brasileira de Nefrologia, Regional da Bahia e coordenou a Comissão Estadual de Nefrologia.
Realizou os cursos de Mestrado e Doutorado na Fundação Baiana Para o Desenvolvimento das Ciências.
É autor de vários trabalhos científicos, publicados em periódicos do Brasil e do exterior e pertence a diversas instituições científicas e culturais.


FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Memória da Academia de Medicina de Feira de Santana. Editora da AMeFS. Feira de Santana, 2007.

===============================

BAHIA TEM 2.800 RENAIS NA FILA

DE TRANSPLANE

Doar órgão é um gesto de amor, uma bela atitude. Pense nisso

09-transplantes



Hoje, 26/06, é comemorado na Bahia o Dia Estadual do Doador de Órgãos. Em entrevista ao programa “Fala Bahia”, da Bahia FM, com Emmerson José, o médico Heraldo Moura, coordenador do Sistema Estadual de Transplantes, disse que no estado, atualmente, existem 2.800 pacientes na fila de espera por um transplante de rim e outras 1.020 pessoas aguardando um transplante de cónea.
“Apesar de termos avançados nos últimos anos em número de doadores, ainda estamos muito atrás de outros capitais”, disse Heraldo Moura, lembrando que até a primeira quinzena de junho deste ano, na Bahia, ocorreram 23 doações de múltiplos órgãos. Com isso, foram realizados 21 transplantes de fígado, 47 de rins e 84 de cóneas. Esses números são resultados do trabalho das comissões de profissionais que atuam nas unidades médicas das redes pública e privada, conscientizando os familiares sobre a importância da doação.
Segundo o coordenador, quem mais se beneficia com a doação é a própria sociedade que tem essa consciência. “Precisamos lembrar que cada um de nós pode vir a ser um paciente na fila do transplante. Portanto, doar é um gesto muito importante, uma solidariedade que salva vidas. Uma atitude nobre”.
Heraldo Moura disse ainda que a rede de hospitais do estado está capacitada para realizar transplentes e a tendência é se aprimorar muito mais. “Ainda este ano, teremos unidades para transplante de pâncreas. Em 2010, estaremos fazendo transplente de pulmão. Já fazemos transplentes de rins, córneas, fígado e coração. Também estamos retomando o transplante de medula”, lembra.
“Adotamos no Brasil o modelo utilizado na Espanha, que está muito à frente da gente. Lá, existem entre 30 e 40 doadores para cada um milhão de habitantes. No Brasil, temos apenas uma média de sete doadores para cada um milhão de pessoas. Nossa meta é que consigamos chegar a esse patamar nos próximos 20 anos”, ressaltou Heraldo Moura.



AVULSO- JORGE JOSÉ SANTOS PEREIRA SOLLA


JORGE SOLLA

*

Ingressou, em 1979,  na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, na qual colou o grau de médico em 1984.
De1985 a 1987, fez Residência Médica em Medicina Social, na mesma universidade.
No período de 1988 a 1993, realizou o curso de Mestrado em Saúde Pública, na UFBa.
Em 2006, iniciou o doutorado em Clínica Médica, na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Foi Secretário Municipal de Saúde de Vitória da Conquista, Bahia, de 1999 a 2002 e Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde (2003-2005).
Atualmente é Secretário da Saúde do Estado da Bahia e médico-pesquisador da Universidade Federal da Bahia.
Ensinou Epidemiologia, Gestão de Sistemas de Saúde, Estatística de Saúde, Vigilância à Saúde, Saúde Pública, Vigilância Epidemiológica e Epidemiologia  nos cursos de gradução e pós-graduação, da Universidade Federal da Bahia, Universidade da Bahia (UNEB), na Fundação Baiana Para o Desenvolvimento da Medicina, na Universidade Estadual de Santa Cruz e na Universidade Estadual de Feira de Santana.
Consultor do Ministério da Saúde (1995-1999), membro do Conselho Nacional de Saúde (2003-2005), membro da Comissão Intergestores Tripartite mesmo Ministério.
É detentor do título de Cidadão Honorário de Vitória da Conquista e do Prêmio Hernani Sávio Sobral (FAPEX).
Artigos completos publicados em periódicos, 13. Livros publicados ou edições, 2. Capítulos de livros, 4. Trabalhos completos publicados em anais de congressos, 1. Resumos publicados em anais de congressos, 25.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Jorge José Santos Pereira Solla- Disponível em http:buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4780875T7. Acesso em 13 de setembro de 2009.







Para ampliar o acesso e qualificar o atendimento à saúde pública no Brasil é preciso, antes de tudo, superar um dos seus maiores desafios, que é o do subfinanciamento, avalia Jorge José Santos Pereira Solla, secretário de Saúde da Bahia. "Não existe nenhuma outra política pública no país que faça tanto com tão poucos recursos. Hoje, em qualquer cidade brasileira, o paciente gasta mais ao sair de sua residência, pagar um ônibus para chegar a uma unidade de saúde, do que o sistema inteiro de saúde gasta com o cidadão em um dia", destaca Solla, defensor da descentralização das ações e dos serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).


                                                                                                   FONTE: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://static.valoronline.com.br/sites/default/files/imagecache/media_library_bigimage//gn/11/03/foto18rel-401-bahia-f2.jpg&imgrefurl=http://www.valoronline.com.br/impresso/s1-2011-03-18/67063/398785/atendimento-a-familia-ganha-400-unidades-na-bahia&usg=__n32eFQoKn06q_2zci_B2EltDV8Q=&h=500&w=547&sz=31&hl=pt-BR&start=0&sig2=7Ku8i7GLbwLMAzyoNlg8Zw&zoom=1&tbnid=WNCnikVBkEQrXM:&tbnh=145&tbnw=154&ei=3WW9TbWWG8Th0gG46LGmBg&prev=/search%3Fq%3DJORGE%2BJOS%25C3%2589%2BSANTOS%2BPEREIRA%2BSOLLA%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG%26biw%3D1362%26bih%3D595%26gbv%3D2%26tbm%3Disch&itbs=1&iact=rc&dur=514&page=1&ndsp=20&ved=1t:429,r:2,s:0&tx=55&ty=75

AVULSO- JACY AMARAL FREIRE DE ANDRADE

 
FACULDADE DE MEDICINA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (BRASIL)

*

Graduada em Medicina pela Universidade Federal da Bahia, em 1980. Residência Médica, em Infectologia (1981-1982). Mestrado em Medicina Interna (em 1987) e doutorado (em 1997), pela mesma universidade.
Especialização em Medicina Tropical, na Universidade de São Paulo (1982) e em Micologia, no Instituto Oswaldo Cruz (1984), no Rio de Janeiro.
Treinamento em pesquisa na University of California (2003).
Cursos e estágios em AIDS, Epidemiologia, Medicina da Pessoa, Problemas na Unidade de Tratamento Intensivo, em Metabolismo do Sistema Nervoso Central, Radiologia do Torax, Imunologia Aplicada, Doenças Infecciosas e Parasitárias, Avanços da Terapia com Antibioóticos, HIstofisiologia do Sistema Nervoso e Medicina de Urgência.
Médica da Universidade Federal da Bahia, onde coordena o Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais.
Artigos completos publicados em periódicos, 17. Capítulos de livros publicados, 5. Trabalhos completos publicados em anais de congressos, 6. Resumos publicados em anais de congressos, 30. Apresentações de trabalhos, 19. Participação em bancas examinadoras de mestrado, 25. Participação em bancas examinadoras de doutorado, 9.
Qualificação de doutorado, 5.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Jacy Amaral Freire de Andrade. Disponível em http://buscatextua l.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4785791J4.       Acesso em 27 de julho de 2009.


 
SANTIAGO DE COMPOSTELA
Minha foto ESTA CRÔNICA É DA AUTORIA DE JOANNY CANTÃO 
 
Joanny Cantão é acadêmica do último ano de Arquitetura e Urbanismo. Adora viajar, conversar, conhecer novos lugares e novas pessoas! Adora falar em outros idiomas, experimentar novas culinárias, sempre com alguma companhia.
 
 
 
- Convento de San Martino Pinaro: a igreja barroca deste monastério tem um enorme altar duplo e uma fachada plateresco adornada com figuras entalhadas de santos de bispos.
- Hostal de los Reyes Católicos: construído como hospedaria para os peregrinos doente, é hoje um hotel luxoso.
- Convento de San Paio de Antealtares: é um dos monastérios mais antigos do mundo, fundado no século 9º para abrigar o tumulo de São Tiago, que hoje está na Catedral.
- Praça das Praterias: o portão dos ourives de Catedral se abre para uma praça muito charmosa com a fonte dos cavalos no centro.
- Catedral: este grandioso espetáculo de torres dá as boas vindas aos peregrinos que chegam a Santiago. Embora a parte externa tenha sido remodelada ao longo dos séculos, o interior está praticamente intocável desde o século 11.
- Plaza do Obradoiro: é uma das praças mais bonitas do mundo, além de ser o ponto de encontro dos peregrinos. A fachada barroca da Catedral domina a praça.
P.S.: cada vez que eu leio a história de alguma praça, lembro do Profº Fúlvio e da Profª Silmara nas aulas de paisagismo e de arquitetura brasileira!


Na idade média, Santiago de Compostela era o terceiro mais importante destino de peregrinação dos cristãos, perdendo para Jerusalém e Roma. Em volta da Praça do Obradoiro, há um conjunto sem igual na Europa. O granito da região dá uma unidade à mistura de estilos arquitetônicos. Com ruas estreitas e praças antigas, o centro da cidade é bem compacto e pode ser percorrido a pé. Pontos altos: