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By Ferramentas Blog

sábado, 3 de setembro de 2011

PRÊMIO PROFA. MARIA THERESA PACHECO: ANÚNCIO DO TRABALHO VENCEDOR

            
PRÊMIO PROFA. MARIA THERESA PACHECO
(EDIÇÃO 2011)

A   Comissão Julgadora do Prêmio Profa. Maria Theresa Pacheco reuniu-se às 15 horas do dia 19 de julho de 2011, no Edifício sede da Fundação José Silveira, para eleger o trabalho vencedor  do aludido Prêmio.
Foi eleito pela maioria dos seus membros, o trabalho intitulado “Características sócio-demográficas, patológicas e delitivas de réus submetidos a exame de responsabilidade penal, no Instituto Psiquiátrico Forense Dr. Maurício Cardoso” de autoria da Dra Lisieux Elaine de Borba Telles, de Porto Alegre, Brasil.
O trabalho apresenta um artigo científico com adequada fundamentação teórica, desenho de estudo bem estruturado, com aplicabilidade imediata e ganho social. A partir do trabalho da Dra Lisieux, sente-se a necessidade de desenvolver ações preventivas para a conduta violenta e/ou criminal de doentes mentais.
As Instituições promotoras do Prêmio Profa. Maria Theresa Pacheco sentem-se profundamente gratificadas com o certame, que contou com trabalhos de alto valor social e parabenizam a autora vencedora, almejando novas participações  nas próximas edições do concurso.

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RELATÓRIO DA COMISSÃO JULGADORA

O Instituto Geraldo Leite, a Fundação José Silveira e o Departamento de Polícia Técnica da Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia, promotores do Prêmio Profª. Maria Theresa Pacheco, através da Comissão Julgadora dos trabalhos do citado concurso se reuniu às 15 horas do dia 19 de julho de 2011, no Edifício - sede da Fundação José Silveira, para eleger o trabalho ganhador do referido Prêmio, desincumbindo-se com êxito desta missão. 
Foi eleito por maioria dos seus membros, o trabalho intitulado “Características sócio-demográficas, patológicas e delitivas de réus submetidos a exame de responsabilidade penal, no Instituto Psiquiátrico Forense Dr. Maurício Cardoso” de autoria da Drª Lisieux Elaine de Borba Telles, realizado em Porto Alegre, Brasil.
O trabalho apresenta um artigo científico com adequada fundamentação teórica, desenho de estudo bem estruturado, com aplicabilidade imediata e ganho social. A partir do trabalho da Drª Lisieux, sente-se a necessidade de desenvolver ações preventivas para a conduta violenta e/ou criminal de doentes mentais.
As Instituições promotoras do Prêmio Profª Maria Theresa Pacheco sentem-se profundamente gratificados com o certame, que contou com trabalhos de alto valor social desenvolvidos em vários Estados do Brasil, e parabenizam a autora vencedora, almejando novas participações de todos os autores, nos próximos concursos, promovidos pelas Instituições supra nominadas.



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

ADEUS, ANTÔNIO JESUINO DOS SANTOS NETTO !

          
Meu querido e incomparável amigo, a partir de hoje teremos de viver sem Antônio Jesuino dos Santos Netto. 
Desde os sete anos você quiz ser médico. Você se armou dos recursos mais legítimos e realizou o seu sonho em pleno albor da juventude e o conquistou em nossa Faculdade, a vetusta Faculdade do Terreiro de Jesus.
Nós nos orgulhamos de você.
São sessenta e sete anos da mais pura e legítima arte de curar, do mais edificante exemplo de medicina. São cinquenta e oito anos de dedicação à Santa Casa de Misericórdia e seu hospital, o Hospital Santa Izabel. São cinquenta e quatro anos de diuturna colaboração com a Liga Bahiana Contra o Câncer. São quarenta e um anos de apurado exercício nos Institutos de Previdência Social. São quarenta e dois anos de edificante labor na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública onde você burilou mais de oito mil alunos, hoje médicos espalhados pelos  mais distantes rincões do Brasil. São trinta anos de ensino na Univesidade Católica do Salvador onde, por suas mãos  passaram  milhares de discípulos. São vinte e dois anos nas faculdades da terceira idade. São dezenas e dezenas de anos de vida edificante na Academia de Medicina da Bahia, na Academia Bahiana de Educação, no Colégio Internacional de Cirurgiões, no Capítulo Brasileiro de  Cirurgia, no Instituto Bahiano de História da Medicina e Ciências Afins e em dezenas de Instituições científicas e culturais. São mais de meio século de dedicação ao Instituto Brasileiro Para Investigação da Tuberculose e à Fundação José Silveira. São, finalmente, mais de sessenta anos os quais vivi à sua sombra, recebendo de suas mãos  humildes e caridosas os mais belos exemplos de vida.
Adeus, Jesuino. A Bahia nunca o esquecerá. A sua pessoa, o seu nome, o seu exemplo permanecerão para sempre em nossa lembrança, em nossa memória e em nossos corações !!!
Adeus, incomparável amigo. Regresse à pátria querida. ´
Vá com Deus, reze por nós !!!
 .


domingo, 28 de agosto de 2011

63- SERGIPE: AUGUSTO CÉSAR MACIEIRA DE ANDRADE: MÉDICO E ATOR

O PERSONAGEM  "DR. CARAMUJO"
("SÍTIO DO PICAPAU AMARELO", REDE GLOBO)



*


Augusto César Macieira de Andrade nasceu em 3 de março de 1954 em Aracaju, sendo seus pais Walter de Araújo Andrade e Altair de Siqueira Macieira.
Sua mãe, pianista de escol e pessoa por demais conhecida, foi sub-coordenadora do antigo Instituto Nacional de Previdência Social. Seu pai, amante da música e cinéfilo apaixonado, colocou seu filho no caminho do cinema e do teatro.
Em 1959, Augusto César inicou os primeiros estudos no Colégio Salvador, um dos estabelecimentos de ensino mais conceituados de Sergipe.
Em 1968, iniciou a etapa final de seus preparatórios, no Atheneu Sergipense.
Chegado o momento de escolher uma profissão de nível superior, abandonou o antigo sonho de realizar um curso superior de cinema na Universidade de São Paulo e seguiu o conselho paterno optando pela medicina.
Em 1972 ingressou na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Federal de Sergipe, pela qual foi graduado em 26 de dezembro de 1980.
Especializou-se em ginecologia e obstetrícia, exercendo a profissão no Hospital de Cirurgia (em Aracaju) e no Hospital Pedro Ernesto (no Rio de Janeiro).
“Eu botei  muito gente no mundo. É uma sensação incrível aquela de você pegar uma criança, trazer uma vida nova para o mundo”, dizia Augusto César aos seus amigos.
Apesar do entusiasmo, nosso epigrafado não resistiu aos sonhos da infância, deixou de ser obstetra e se dedicou ao cinema e ao teatro.
Começou a fazer cinema aos 14 anos de idade, utilizando uma fildadora oferecida pelo seu pai. Depois, em 1972, por ocasião do Primeiro Festival Nacional de Cinema Amador promovido pela Universidade Federal de Sergipe,conquistou o terceiro lugar com um desenho animado de sua autoria.
No Segundo Festival, realizado no ano seguinte, ganhou o primeiro lugar, com o filme “Muié Rendera”.
A partir de então sua produção cinematográfica se tornou tão exuberante que chegou a representar cerca de noventa por cento de toda a atividade cinematográfica de Sergipe.
Inúmeros foram os prêmios e trofeus que conquistou em vários estados da federação.
No teatro sua carreira foi igualmente brilhante.
Na década de 70 produziu várias peças teatrais no Rio de Janeiro, onde passou a residir.
Em 1980, tornou-se o primeiro sergipano a ter registro profissional no Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões Públicas do Rio de Janeiro.
Em 1983, a convite de Paulo Resende, produtor do “Sítio do Picapau Amarelo” da Rede Globo, desempenho o papel do personagem “Dr.Caramujo”. Logo depois, os papeis de “Bagre Mordomo” e “Jaboti”.
Fez parte de vários documentários, novelas e programas especiais da Rede Globo e da Rede Manchete, tais como “Caso Verdade”, “Um Infinito Amor”, “Partido Alto”, “Irmãos Coragem”, “Linha Direta”, “Louco Amor”, “Corpo Santo”, etc.
Regressando a Sergipe, dirigiu o Teatro Atheneu e participou de modo efetivo para o engrandecimento artístico de sua terra natal.


FONTE BIBLIOGRÁFICA:
SANTOS, OSMÁRIO – Augusto César Macieira de Andrade. Aracaju, 2002.
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DR.CARAMUJO E D. BENTA


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ESTATÍSTICA:
MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE

Biografias de médicos da Bahia:  408
Biografias de médicos de Sergipe: 64
Total: 472

quarta-feira, 20 de julho de 2011

063- AUGUSTO CÉSAR LEITE


AUGUSTO LEITE

*

Nasceu em 30 de julho de 1886, no Engenho Espírito Santo, município de Riachuelo, sendo seus pais Francisco Rabelo Leite e Maria Virgínia Accioli Leite.
Realizou os estudos iniciais em Riachuelo e em Salvador.
Diplomou-se em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, no dia 2 de janeiro de 1909, ocasião em que defendeu tese sobre “Contra-indicação renal do emprego do salicilato de sódio”.
Formado, clinicou nas cidades de Capela e Maroim, no interior de Sergipe. Depois, fixou-se em Aracaju, onde dirigiu a Escola de Aprendizes Artífices (1910) e assumiu a cátedra de Higiene Geral e História Natural do Ateneu Sergipense (1916).
Ainda em 1916, integrou o Conselho Superior de Instrução Pública. No ano seguinte, foi eleito para o Conselho Municipal de Aracaju (1917-1919).
Em 1918, passou a reger a cadeira de História Natural do Seminário Diocesano de Aracaju.
A partir de então, sua trajetória foi extraordinariamente brilhante, tornando-se um dos médicos mais famosos de Sergipe.
Foi presidente da Sociedade de Medicina de Sergipe, diretor do Serviço Cirúrgico do Hospital Santa Isabel, criador da Maternidade Francisco Melo (1930), do Hospital Infantil (1937) e da Escola de Auxiliares de Enfermagem (1950).
Fez cursos e estágios de especialização na França e nos Estados Unidos.
A ele devemos o Hospital de Cirurgia, inaugurado em 26 de maio de 1926, bem como a Sociedade de Medicina de Sergipe. Foi um dos fundadores da Faculdade de Ciências Médicas, núcleo formador da Universidade Federal de Sergipe.
Foi o primeiro sergipano a integrar o Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Recebeu vários títulos e honrarias (Comendador da Santa Sé, Professor Emérito da Universidade Federal de Sergipe, “Bisturi de Ouro” do Estado de Sergipe, etc., etc.).
É considerado um dos maiores cirurgiões do seu estado natal e um dos mais famosos do país.
Faleceu em 9 de fevereiro de 1978.
A propósito, disse Marcos Aurélio Prado Dias: “Com a morte de Dr. Augusto Leite, Sergipe inteiro chorou a perda de um dos seus mais ilustres e queridos filhos”.
O poeta Freire Ribeiro, no poema “Mãos de Augusto Leite”,  escreveu:

“Mãos que abençoam;
Mãos que afagam;
Mãos que dilaceram ! ...
Morte em nome da vida! ...
Mãos que o Senhor abençoa todos os dias, semeadora da
Paz no Vale das agonias, que nos ferem a vida nas vicissitudes da matéria contigente – a argila que somos na jornada dos séculos!
Mãos que são um presente dos céus para todos nós!
Sim, amigos; cantemo-las! ...
Cantemo-las mais do que nunca neste pontifical de gratidão de Sergipe ao grande apóstolo da Medicina, que por meio século fizeram menos grande a dor dos seus semelhantes nesta cidade de areias tranquilas, de coqueirais virentes, de tranqüila paisagem luminosa! ...
Sim, cantemo-las!
Mãos de AUGUSTO LEITE: mãos de paz, mãos de luz, mãos de amor ! ...”

                                          
AUGUSTO LEITE E O HOSPITAL DE CIRURGIA


FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
Garcia Filho, Antônio- Um Pensamento na Praça. Aracaju, 1960.
Guaraná, Armínio – Dicionário bio-biográfico de Sergipe. Rio de Janeiro, 1927.
Porto da Cruz, Thomaz Rodrigues – Augusto Leite. Anais da Academia de Medicina da Bahia. Volume 11, dezembro de 1998.
Prado Dias, Marcos Aurélio – Augusto César Leite. Disponível em http://www.infonet.com.br/asm. Acesso em 12 de maio de 2008.
Santana, Antônio Samarone de, & Cols. – Dicionário biográfico de médicos de Sergipe. Aracaju, 2009.
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MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
ESTATÍSTICA
Biografias de médicos da Bahia:   408
Biografias de médicos de Sergipe: 63
Total: 471

063- AUGUSTO CÉSAR LEITE


AUGUSTO LEITE

*

Nasceu em 30 de julho de 1886, no Engenho Espírito Santo, município de Riachuelo, sendo seus pais Francisco Rabelo Leite e Maria Virgínia Accioli Leite.
Realizou os estudos iniciais em Riachuelo e em Salvador.
Diplomou-se em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, no dia 2 de janeiro de 1909, ocasião em que defendeu tese sobre “Contra-indicação renal do emprego do salicilato de sódio”.
Formado, clinicou nas cidades de Capela e Maroim, no interior de Sergipe. Depois, fixou-se em Aracaju, onde dirigiu a Escola de Aprendizes Artífices (1910) e assumiu a cátedra de Higiene Geral e História Natural do Ateneu Sergipense (1916).
Ainda em 1916, integrou o Conselho Superior de Instrução Pública. No ano seguinte, foi eleito para o Conselho Municipal de Aracaju (1917-1919).
Em 1918, passou a reger a cadeira de História Natural do Seminário Diocesano de Aracaju.
A partir de então, sua trajetória foi extraordinariamente brilhante, tornando-se um dos médicos mais famosos de Sergipe.
Foi presidente da Sociedade de Medicina de Sergipe, diretor do Serviço Cirúrgico do Hospital Santa Isabel, criador da Maternidade Francisco Melo (1930), do Hospital Infantil (1937) e da Escola de Auxiliares de Enfermagem (1950).
Fez cursos e estágios de especialização na França e nos Estados Unidos.
A ele devemos o Hospital de Cirurgia, inaugurado em 26 de maio de 1926, bem como a Sociedade de Medicina de Sergipe. Foi um dos fundadores da Faculdade de Ciências Médicas, núcleo formador da Universidade Federal de Sergipe.
Foi o primeiro sergipano a integrar o Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Recebeu vários títulos e honrarias (Comendador da Santa Sé, Professor Emérito da Universidade Federal de Sergipe, “Bisturi de Ouro” do Estado de Sergipe, etc., etc.).
É considerado um dos maiores cirurgiões do seu estado natal e um dos mais famosos do país.
Faleceu em 9 de fevereiro de 1978.
A propósito, disse Marcos Aurélio Prado Dias: “Com a morte de Dr. Augusto Leite, Sergipe inteiro chorou a perda de um dos seus mais ilustres e queridos filhos”.
O poeta Freire Ribeiro, no poema “Mãos de Augusto Leite”,  escreveu:

“Mãos que abençoam;
Mãos que afagam;
Mãos que dilaceram ! ...
Morte em nome da vida! ...
Mãos que o Senhor abençoa todos os dias, semeadora da
Paz no Vale das agonias, que nos ferem a vida nas vicissitudes da matéria contigente – a argila que somos na jornada dos séculos!
Mãos que são um presente dos céus para todos nós!
Sim, amigos; cantemo-las! ...
Cantemo-las mais do que nunca neste pontifical de gratidão de Sergipe ao grande apóstolo da Medicina, que por meio século fizeram menos grande a dor dos seus semelhantes nesta cidade de areias tranquilas, de coqueirais virentes, de tranqüila paisagem luminosa! ...
Sim, cantemo-las!
Mãos de AUGUSTO LEITE: mãos de paz, mãos de luz, mãos de amor ! ...”

                                          
AUGUSTO LEITE E O HOSPITAL DE CIRURGIA


FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
Garcia Filho, Antônio- Um Pensamento na Praça. Aracaju, 1960.
Guaraná, Armínio – Dicionário bio-biográfico de Sergipe. Rio de Janeiro, 1927.
Porto da Cruz, Thomaz Rodrigues – Augusto Leite. Anais da Academia de Medicina da Bahia. Volume 11, dezembro de 1998.
Prado Dias, Marcos Aurélio – Augusto César Leite. Disponível em http://www.infonet.com.br/asm. Acesso em 12 de maio de 2008.
Santana, Antônio Samarone de, & Cols. – Dicionário biográfico de médicos de Sergipe. Aracaju, 2009.
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MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
ESTATÍSTICA
Biografias de médicos da Bahia:   408
Biografias de médicos de Sergipe: 63
Total: 471




segunda-feira, 18 de julho de 2011

062- SERGIPE: ASCENDINO ÂNGELO DOS REIS

ASCENDINO ÂNGELO DOS REIS

*

Notável educador, um dos maiores de Sergipe.
Nasceu em Divina Pastora no dia 20 de abril de 1852, segundo William Eduardo Nogueira Soares.
Para Liberatto Barreto, Ascendino Ângelo dos Reis deve ter nascido em São Cristovão, provavelmente no ano de 1847.
Seus pais foram João Francisco dos Reis e Rosa Florinda do Amor Divino.
Em 1874, colou o grau de doutor em medicina, na Faculdade de Medicina da Bahia, ocasião em que defendeu tese sobre “Diagnóstico Diferencial das moléstias do coração”.
Estou com imenso sacrifício, devido às condições econômicas que o afligiam. O governo da província lhe adiantou pequena quantia, a qual foi imediatamente paga com os recursos angariados em sua clínica particular.
Imediatamente após a formatura em medicina, foi admitido no Exército e mandado servir em Aracaju, onde permaneceu até 1885.
Ensinou inglês e história no “Atheneu Sergipense” e na Escola Normal.
Ao Asilo Nossa Senhora da Pureza, prestou relevantes serviços.
Em 1879, inaugurou, dirigiu e manteve o colégio “Parthenon Sergipense”, com alunos em regime de internato e externato. Foram seus discípulos três sergipanos ilustres: João Ribeiro, Fausto Cardoso e Gumercindo Bessa.
Foi reformado em 1899, no posto de major, mas continuou ensinando até 1907.
Depois, transferiu-se para a capital paulista onde foi nomeado lente catedrático de Farmacologia e Matéria Médica da Faculdade de Medicina de São Paulo.
É patrono da Cadeira 17 da Academia Sergipana de Letras.
Faleceu em 16 de setembro de 1926.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
Barreto, Liberato – Homens Ilustres do Brasil- Sergipe. Rio de Janeiro, 1923.
Santana, Antônio Samarone de, & Cols. –Dicionário biográfico de médicos de Sergipe. Aracaju, 2009.
Soares, William Eduardo Nogueira – Ascendino Ângelo dos Reis. Academia Sergipana de Medicina. Aracaju, 2006.

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MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
ESTATÍSTICA
Biografias de médicos da Bahia:   408
Biografias de médicos de Sergipe:   62
Total: 470

061- SERGIPE: AUSTECLINO ROCHA FILHO

PRIMEIRO HOSPITAL DE ARACAJU: HOSPITAL NOSSA SENHORA
DA CONCEIÇÃO, SITUADO NA ÉPOCA NA RUA DA AURORA

*

Nasceu em 30 de abril de 1916 em Simão Dias, Sergipe, sendo seus pais Austeclino Silveira Rocha e Laura Ribeiro Rocha.

Ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia em 1936, sendo por ela diplomado em 1941.
Exerceu a clínica médica e a cirurgia geral em Itabaiana, São Cristovão e Aracaju.
Em Aracaju, trabalhou no Hospital Santa Isabel, primeiro hospital da capital sergipana ( Fundado em 1889, sob o nome de Hospital Nossa Senhora da Conceição).
Ainda estudante  de medicina, chamou a atençao pelo grande desejo de ajudar os desprotegidas da sorte.
Até o final da existência conservou o sentimento da caridade, doando ao Hospital de Laranjeiras todo o material médico-cirúrgico por ele adquiro na Itália.
Faleceu em 29 de maio de 1987, em Aracaju.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Santana, Antônio Samarone de, & Cols. – Dicionário biográfico de médicos de Sergipe. Aracaju, 2009.
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MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
ESTATÍSTICA
Biografias de médicos da Bahia:   408
Biografias de médicos de Sergipe:  61
Total: 469