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By Ferramentas Blog

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

93-SERGIPE: DEÓCLIDES MARTINS FERREIRA



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Nasceu no Rosário do Catete, em 6 de agosto de 1862, sendo seus pais Manoel José Ferreira e Maria da Purificação Martins Ferreira.
Ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia em 1880 e foi por ela graduado no dia 23 de dezembro de 1885, oportunidade em que defendeu tese inaugural sobre “Epilepsia”.
Foi delegado de higiene em sua terra natal, delegado de polícia e presidente da Intendência Municipal.
Depois de alguns anos de formado, transferiu-se para o Estado de São Paulo, onde clinicou na cidade de Amparo, com elevado conceito e notoriedade.
Faleceu nessa última cidade, no dia 6 de março de 1906.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Guaraná, Armindo – Dicionário Bibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.
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MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
Biografias de médicos da Bahia .......................... 409
Biografias de médicos de Sergipe ......................    93
Total ...................................................................   502

92- SERGIPE: DEMÓCRITO DE VASCONCELOS LINHARES



COLÉGIO SALESIANO DE  NITERÓI, NA ÉPOCA EM
QUE DEMÓCRITO DE VASCONCELOS LINHARES ERA ALUNO
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&tbm=isch&tbs=simg:CAQSVRpTCxCo1NgEGgQIAAgDDAsQsIynCBoqCigIARIC2AcaIMumxYl2C2s4f1R7cWhil5WcpFFUsgGbzfb4dIJ1NJt3DAsQjq7-CBoKCggIARIELNctOAw&biw=1366&bih=587&q=col%C3%A9gio%20salesiano%20de%20niteroi

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Nasceu em Laranjeiras, no dia 21 de janeiro de 1892, sendo seus pais Antônio da Silveira Linhares e Cândida de Vasconcelos Linhares.
Fez os preparatórios nos colégios do Professor Alfredo Montes (em Aracaju) e no Salesiano (Niterói).
Ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1912, sendo por ela graduado em 1917, quando defendeu tese sobre “Arrancamento de dedos por anéis (Micetoma Podal)”.
Foi interno efetivo de primeira classe  do Hospital Geral da Santa Casa de Misericórida e Auxiliar Acadêmico do Posto Central de Assistência Pública.
Laureado, recebeu o “Prêmio Manoel Feliciano”, da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.
Foi professor assistente de Clínica Cirúrgica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, médico da Santa Casa de Misericórdia, da Maternidade e da Policlínica do Rio de Janeiro.
Ignoramos a data do seu falecimento.


FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Guaraná, Armindo – Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.

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MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
Biografias de médicos baianos ................................ 409
Biografias de médicos sergipanos ...........................    92
Total ...................................................................... 501


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

91- SERGIPE: DEMÉTRIO DE BITTENCOURT CALAZANS



ENGENHO DE ASSUCAR --FACHADA LATERAL DA "CASA GRANDE"
 SANTA LUZIA, SERGIPE
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&biw=1366&bih=587&gbv=2&tbm=isch&sa=1&q=engenho+castelo%2C+sergipe&btnG=Pesquisar&oq=engenho+castelo%2C+sergipe&aq=f&aqi=&aql=&gs_sm=s&gs_upl=15269l18149l0l20679l9l9l0l8l0l0l240l240l2-1l1l0

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Nasceu no engenho Castelo, município de Santa Luzia, em 23 de agosto de 1861, sendo seus pais o Dr. José de Bittencourt Calazans e Constança Maria Amália.
Fez os preparatórios no Atheneu Sergipense e ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia em 1883, sendo por ela graduado em 8 de dezembro de 1888, ocasião em que defendeu tese sobre “Formas Clínicas do Impaludismo Agudo”.
Formado, fixou residência na cidade de Belmonte, no Estado da Bahia, onde clinicou durante vinte e quatro consecutivos.
A partir de 1911, mudou-se para a capital baiana, deixou a clínica mas continuou ligado ao município de Belmonte, onde dedicou-se ao cultivo da lavoura.
Os últimos momentos de sua vida, passou-os em Feira de Santana, Bahia, onde veio a falecer no dia 19 de novembro de 1934.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
Dória, Epifânio – Efemérides Sergipanas, Vol. 2- Aracaju, 2009.
Guaraná, Armindo - Dicionário Biobliográfico Sergipano . Rio de Janeiro, 1925
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MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
Biografias de médicos de Sergipe .................... 91
Biografias de médicos da Bahia .....................  409
Total ...............................................................  500

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ENGENHO CASTELO

ENGENHO SÃO FÉLIX, VIZINHO AO ENGENHO CASTELO
http://crastosergipe.blogspot.com/2010/11/engenho-castelo.html


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O engenho Castelo localiza-se geograficamente vizinho à cidade de Estância e justaposto à cidade de Santa Luzia do Itanhi. Na propriedade do engenho havia escola, banda de música e até um jornal, "O Pirilampo", um importante ponto de referência cultural para a época. Em 1964 a usina Castelo encerra a sua produção. Em 1989 a propriedade é vendida, a qual atualmente é explorada com pecuária. "O conjunto arquitetônico do Castelo é um dos mais preservados da memória açucareira sergipana".p. 91.
Contudo, na análise de FREIRE (1995), no século XIX, com a decadência da indústria açucareira em Sergipe, face às condições desfavoráveis do mercado externo, leva alguns produtores de cana a desenvolverem as atividades algodoeiros e a dar destaque à pecuária que passam a ser as novas fontes de lucros em Sergipe.
Em meados do século XX, Sergipe iniciou um novo período de expansão da pecuária e das pastagens. Em Santa Luzia do Itanhi a efetivação desse novo período se processa paulatinamente, após a crise da cana de açúcar que se consolidou na década de 1960, com a substituição desta atividade pelo expansivo aumento da pecuária e da cocoicultura. A partir de 1980 ao lado do coco ocorreu também a invasão da citricultura, como uma forma de reduzir os impasses gerados pela queda da produção de cana de açúcar.
Como no final do século XIX a economia de Santa Luzia do Itanhi, girava basicamente em torno da cana de açúcar, a decadência deste produto no mercado e a crescente força política e industrial de Estância ingressou Santa Luzia do Itanhi na decadência e atraso.
Outro fato a ser considerado é que na análise da distribuição da terra do município, evidencia elevado índice de concentração de terra. É um município onde observa-se um número significativo de fazendas improdutivas. As atividades econômicas desenvolvidas nas antigas fazendas de cana de açúcar estão quase que inteiramente explorando a pecuária e a produção de coco, ambas as atividades exigem ocupação de grandes extensões de terra e dispensam de muita mão-de-obra.
Conforme LOUREIRO (1999), em 1812 a população era de 10.000 habitantes, sendo que 3000 eram brancos, 3.000 negros e 4.000 de diversas raças.
Hoje, os habitantes do município vivem da agricultura e pesca de subsistência, e do Fundo de Participação do Município que a prefeitura recebe. Santa Luzia, antes uma das maiores riquezas do País, é hoje um dos 50 municípios mais pobres do Brasil. Sua população estimada é de 15 mil habitantes, dos quais, 24% estão localizados na zona urbana, e os demais na zona rural. A área total do município é de 336,20 Km2, e, possui 51 povoados.
Segundo os autores SANTOS E OLIVA (1998), em Sergipe, foi no começo do século XIX que registrou-se o maior número de escravos no conjunto de sua população, o que coincide com a fase de mais rápido crescimento dos engenhos. Naquele período, os escravos chegaram a representar mais de 1/3 dos habitantes. E, apesar da sua participação nas mais diversas atividades, o trabalhador escravo foi principalmente utilizado nas tarefas agrícolas, especialmente naquelas relacionadas com o cultivo da cana e produção do açúcar.
Ainda conforme SANTOS E OLIVA (1998), a cana-de-açúcar exigiu braços, sendo crescente a importância do africano, como mão-de-obra escrava.
Segundo LOUREIRO (1999), "abolida a escravatura, ex-escravos optavam pelo trabalho junto aos antigos donos. Esse foi o caso, por exemplo, do Engenho Cedro, onde atuais trabalhadores ainda descendem de antigos escravos de outrora." p. 9.
Também deve ser considerada a contribuição biotipológica, ou seja, cor da pele, cabelos, nariz, lábios e olhos, legada pela larga miscigenação ocorrida desde os primórdios da colonização, bem presentes nos remanescentes de quilombolas, os quais, no município de Santa Luzia do Itanhi, migraram para localidades litorâneas, que compreendem a sede do município (representado por 3.324 habitantes), e os povoados: Rua da Palha (1.167 habitantes), Pedra Furada (519 habitantes), Crasto (1.571 habitantes), Cajazeiras, Pedra D'Água, Bode (554 habitantes), Taboa (397 habitantes) e Botequim (823 habitantes), totalizando 8.355 habitantes.
Para os povoados acima citados, em decorrência do histórico do município, da forte da existência de remanescentes quilombolas, no dia 12 de julho de 2005, através da Fundação Cultural Palmares, conforme Registro no Livro de Cadastro Geral nº 003, Registro 270, f.76, e Portaria nº 32 de 12 de agosto de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 19 de agosto de 2005, foi reconhecida a Comunidade Remanescente de Quilombos do Território Luziense.
Desta forma, nota-se que aproximadamente 34% da população é reconhecida como remanescente quilombola, respaldando a importância da contribuição da mão escrava no comércio açucareiro, na constituição dos sete engenhos, bem como na permanência deste povo, contribuindo na formação biotípica, econômica e cultural do município de Santa Luzia do Itanhi.


90- SERGIPE: DEMÉTRIO HÉRCULES DA SILVEIRA


MAROIM, SERGIPE -- IGREJA MATRIZ
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&biw=1366&bih=587&gbv=2&tbm=isch&sa=1&q=maroim%2Csergipe&btnG=Pesquisar&oq=maroim%2Csergipe&aq=f&aqi=&aql=&gs_sm=s&gs_upl=19625l25163l0l27206l14l12l0l0l0l0l889l1544l5-1.1l2l0


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Nasceu no engenho Boa Hora, município de Maroim, no dia 10 de novembro de 1860, sendo seus pais Hércules Antônio da Silveira e Maria Isabel da Silveira.
Recebeu o grau de doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da Bahia, no dia 23 de dezembro de 1885, ocasião em que defendeu tese sobre “Retenção da urina e meios de remediar”.
Formado, regressou para Sergipe, fixando residência em Maroim, onde exerceu, com excelente conceito, as especialidades de clínica geral e obstetrícia.
A despeito de residir em Maroim até a morte, exerceu a profissão nos municípios vizinhos, juntando à sua grande modéstia uma grande desambição, motivo pelo qual não cobrava honorários médicos em sua clínica (1).
“Modesto e amigueiro, sem as expansibilidades que tantas vezes só trazem meras fantasias de espíritos que andam a cortejar a popularidade , gozava de grande estima no meio em que desenvolvia suas atividades de clínico e cidadão de elevado conceito, sendo reputado um excelente profissional na clínica obstétrica” (Ibidem).
Faleceu em 20 de julho de 1944, em sua cidade natal.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
Dória, Epifânio – Efemérides Sergipanas, Vol. 2 – Aracaju, 2009.
Guaraná, Armindo – Dicionário Biobliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1925.
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Biografias de médicos da Bahia ................................ 409
Biografias de médicos de Sergipe .............................   90
Total ......................................................................   499


89-SERGIPE: DELSO BINGEL CALHEIROS



http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&biw=1366&bih=587&gbv=2&tbm=isch&sa=1&q=dermatologia&btnG=Pesquisar&oq=dermatologia&aq=f&aqi=g10&aql=&gs_sm=s&gs_upl=43914l46800l0l49171l12l9l0l0l0l0l531l1638l2-1.1.1.1l4l0


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Nasceu em 4 de fevereiro de 1926, em Guaporé, Rondônia, sendo seus pais Guilherme Calheiros da Silva e Zenaide Bringel Calheiros.
Ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia em 1945, sendo por ela diplomado no dia 14 de dezembro de 1950.
Aprovado em concursos para os cargos de médico do Serviço de Saúde do Exército e médico do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC), serviu naquela força armada e na Previdência Social.
Estagiou na Clínica Dermatológica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia e foi médico interno do Hospital Getúlio Vargas, na capital baiana.
Transferido para Sergipe, serviu como dermatologista no IAPC, no Serviço Social da Indústria (SESI), no Hospital de Clínicas  Augusto Leite, no Dispensário de Lepra e no Ambulatório de Dermatologia do Departamento de Saúde Pública.
Foi médico dermatologista da Estância Termo-Mineral de Caldas do Cipó, no Estado da Bahia e Professor Titular de Dermatologia e Sifilografia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Federal de Sergipe e dos colégios Ipiranga, Nossa Senhora Auxiliadora e Estadual da Bahia, todos em Salvador (Bahia).

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Batista e Silva, Henrique – História da Medicina em Sergipe. Aracaju, 2007.

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MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E SERGIPE
Biografias de médicos de Sergipe ...............................     89
Biografias de médicos da Bahia ..................................   409
Total .........................................................................    498

domingo, 6 de novembro de 2011

88- SERGIPE: DAVINO NOMYSIO DE AGUIAR



Nasceu em 8 de dezembro de 1850, na então vila de Propriá. Sendo seus pais o major Manuel Thomaz de Aquino e Clara Maria de Melo Aquino.
Realizou o curso de humanidades em Maceió. Depois, matriculou-se na Faculdade de Medicina da Bahia, pela qual recebeu o grau de doutor em medicina no dia 18 de dezembro de 1880, ocasião em que defendeu tese sobre “Feridas Envenenadas”.
Aluno de excepcional mérito, foi interno, por concurso, da clínica cirúrgica do Hospital da Santa Casa de Misericórdia da Bahia e professor de Geografia na cidade do Salvador.
Formado, iniciou a clínica na sua cidade natal, onde participou ativamente da política partidária. Foi adepto entusiástico do regime republicano. A este propósito, registra Epifânio Dória:
“5 de julho de 1890. Realiza-se, solenemente, na cidade sanfranciscana de Propriá, às 9 horas e no edifício da Intendência Municipal, o primeiro casamento civil, de que testemunha a mesma cidade.
Foram nubentes o doutor em Medicina Davino Nomísio de Aquino e D. Maria José Fernandes de Aquino. O noivo que fizera adesão solene do regime republicano a 22 de novembro de 1889, com outros conterrâneos, na Casa da Câmara Municipal, quisera dar uma demonstração a mais do seu fervor pela República, sendo o primeiro a observar ali o Decreto 181, de 24 de janeiro de 1890, que instituíra o casamento civil” (Obra citada)
Foi deputado provincial e estadual (1888-1889), presidente da Intendência Municipal e delegado de higiene (em Propriá) e inspetor interino de higiene (em Aracaju), além de inspetor dos portos do Estado.
Colaborou em diversos jornais de Maceió e Propriá.
Faleceu em Aracaju, no dia 2 de abril de 1903.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
1.    Dória, Epifânio – Efemérides Sergipanas, Vol. 2- Aracaju, 2009.
2. Guaraná, Armindo- Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1925.


87- SERGIPE: DANIEL CAMPOS




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Nasceu em 25 de maio de 1855, no engenho Feiticeira, município de Capela, sendo seus pais o português Daniel Caetano da Silva Campos e Antônia Pinto da Silva Campos.
Fez os estudos primários em Capela e os preparatórios na capital baiana, onde foi aluno do Colégio São João, educandário muito conceituado em sua época.
Ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia em 1877, pela qual recebeu o grau de doutor em medicina no dia 17 de dezembro de 1882, ocasião em que defendeu tese sobre a ação fisiológica e os efeitos terapêuticos do esporão de centeio.
Iniciou a vida profissional em Aracaju, onde sempre clinicou e residiu.
“Desinteressado e modesto, jamais recusou seus serviços profissionais ao rico, como ao pobre, atendendo sempre com aquele inalterável gênio pouco expansivo, a todos igualmente com urbanidade e devotamento de consciencioso cultor da ciência, a que consagrou uma boa parte da existência” (3).
Foi professor do Atheneu Sergipense, onde ensinou Ciências Físicas e Naturais. Na Escola Normal, foi lente, inicialmente, de Ciências Físicas, Matemáticas e Naturais. Depois, lecionou Filosofia.
Em 24 de novembro de 1896, foi nomeado inspetor estadual de higiene e, em 30 de dezembro de 1889, inspetor federal de higiene.
Foi deputado à 1ª Constituinte do Estado de Sergipe, sendo reeleito para as quatro legislaturas seguintes (1896-19030.
Durante o período compreendido entre 8 de julho de 1898 e 25 de abril de 1903, na qualidade de presidente da Assembléia Legislativa, assumiu o goverbno de Sergipe.
Quando governador tentou, sem êxito, criar uma Academia Livre de Direito, em Aracaju.
Colaborou em diversos periódicos sergipanos, notadamente no “Eco Liberal”, no “Reforma” e na “Gazeta de Sergipe”. “Asseguram-nos os que com ele privaram que graças a sua pena de exímio jornalista, muitos artigos políticos se publicaram anonimamente na imprensa local. Possuindo extrema facilidade de exprimir o pensamento, abordava com elegância e segurança os assuntos de atualidade, mas fazia sempre questão de ficar na obscuridade, desdenhando a popularidade de que tanto fazem praça os vaidosos e idólatras da vanglória” (2).
O jornal “A Redação” foi fundado por Daniel Campos. O primeiro número saiu no dia 8 de agosto de 1886.
Faleceu em Aracaju, em 8 de fevereiro de 1922.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
1.    Bittencourt, Liberato – Homens do Brasil- Sergipe. Rio de Janeiro, 1917.
2.    Dória, Epifênio – Efemérides Sergipanas, Vol. 1. Aracaju, Janeiro, 2009.
3.    Guaraná, Armindo- Dicionário Biobliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1925.

ESTATÍSTICA:
Biografias de médicos da Bahia ........................ 409
Biografias de médicos de Sergipe ....................     87
Total .................................................................   496

Acessos em 2011 ........................................... 46.346
Acessos, ontem .............................................       198
Média diária de acessos ................................       203
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ACESSOS, POR PAÍS:
Brasil ............................... 41.381
Portugal ..........................   2.144
Estados Unidos ...............   1.255
Alemanha .......................       302
Espanha ..........................      104
França .............................        78
Reino Unido  ...................        57
Canadá ............................        53
Argentina ........................        51
Dinamarca .......................       34
Outros países ...................     887
Total ...............................  46.346