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By Ferramentas Blog

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

104-SERGIPE: ENJOURAS VAMPRÉ


ENJOLRAS VAMPRÉ

*

Nasceu em Laranjeiras, no dia 4 de julho de 1885, sendo seus pais Fabrício Carneiro Tupinambá Vampré e Mathilde de Andrade Vampré.
Realizou os preparatórios no Ciências e Letras de São Paulo e ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia em 1903, sendo por ela diplomado em 1908, oportunidade em que defendeu tese sobre pertubações nervosas e mentais da febre bubônica(*).
Quando acadêmico, foi interno da Cadeira de Clínica Psiquiátrica e Moléstias Nervosas e do Hospital de Isolamento.
Doutorando, foi nomeado Chefe da Comissão de Saneamento, em Alagoinhas (Bahia).
Foi o melhor aluno de sua turma. Seu retrato foi afixado no Panteon da Faculdade de Medicina da Bahia, pelo que fez juz ao prêmio de viagem à Europa. Na referida viagem estagiou com os professores Babinski, Dejérine, Foix, Bertrand (em Paris) e no Hospital de Charité  (Berlim).
Também foi aluno de Daldorf, Wuhlgarten, Herxbeg e Brech.
Em 1925, realizou nova vigem de estudos ao Velho Mundo.
Em 1911, foi nomeado médico-interno do Hospital de Alienados de Jequeri (São Paulo) e inspetor sanitário da capital paulista.
Foi fundador e presidente da Sociedade Médica da Bahia e da Associação Paulista de Medicina, membro titular da Sociedade de Medicina de São Paulo, fundador da Secção de Neurologia e Psiquiatria da Associação Paulista de Medicina (da qual foi presidente), da Sociedade de Neurologia e Psiquiatria do Rio de Janeiro, da Sociedade de Neurologia de Paris e da Associação Médica do Instituto Penido Burnier (da qual foi presidente honorário).
É patrono da cadeira 49 da Academia Nacional de Medicina, da cadeira 38 da Academia Paulista de Psicologia e da cadeira 11 da Academia Sergipana de Medicina.
Em 1925, foi contratado para reger a cadeira de Psiquiatria e Moléstias Nervosas da Faculdade de Medicina de São Paulo.
Em 1935, assumiu a regência da cadeira de Neurologia e, por concurso, foi nomeado titular.
Foi relator da revista “Anais Paulistas de Medicina e Cirurgia” e colaborador de diversos periódicos científicos.
Publicou numerosos trabalhos científicos sobre variados assuntos ligados à sua especialidade.
Todas as turmas da Faculdade de Medicina de São Paulo o homenagearam.
Sua clínica particular foi uma das maiores e mais conceituadas da capital paulista.
Faleceu prematuramente, durante uma aula que proferia, no dia 17 de maio de 1938, aos 53 anos de idade.
É considerado um dos vinte maiores médicos sergipanos do século XX (4).

(*)=No tópico “TESES DOUTORAIS DA FAMED”, relacionamos  as teses doutorais  (1840 a 1928)  existentes na Biblioteca da Faculdade de Medicina da Bahia.

FONTES  BIBLIOGRÁFICAS:
1-Andrade Gomes, Petrônio – Enjolras Vampré. Aracaju, 2006.
2-Guaraná, Armindo – Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.
3-Nogueira Soares, William Eduardo – Academia Sergipana de Medicina, Aracaju, 2006.
4-Prado, Lúcio do – Os vinte maiores médicos sergipanos do século. Disponível http://www.infonet.com.br/lucioprado/listar.asp?
Listar&canal=colunistas&secção=Lucio. Acesso em 17 de novembro de 2011.
5-Wikipedia. Enjolras Vampré. Disponível em http:// pt.wikipedia.org.
/wiki/enjolras_vampré%c3%A9- Acesso em 17 de novembro de 2011.



103- SERGIPE: ENÉAS MANUEL FERREIRA

BREJO GRANDE, SERGIPE

*

Nasceu em 21 de junho de 1865, no povoado de Brejo Grande, município de Vila Nova, sendo seus pais Antônio Manuel Ferreira e Maria Angélica Ferreira.
Ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia em 1882, sendo por ela diplomado em 1888, quando defendeu tese sobre o tratamento cirúrgico da tuberculose (*)
Foi interno, por concurso, da Segunda Cadeira de Clínica Cirúrgica.
Formado, exerceu a profissão em Cururipe, Mata Grande, Água Branca e Pão de Açucar, no Estado de Alagoas.
Transferido para Aracaju, foi médico da Prefeitura Municipal.
Em Vila Nova, sua terra natal, foi delegado de higiene (1915) e Administrador da Mesa de Rendas (1916).
Faleceu no dia 24 de junho de 1922, com 57 anos de idade.

(*)= No tópico “TESES DOUTORAIS DA FAMED”, relacionamos  as teses doutorais  (1840 a 1928)  existentes na Biblioteca da Faculdade de Medicina da Bahia.
FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Guaraná, Armindo – Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.

MÉDICOS DA BAHIA E DE SERGIPE
Médicos da Bahia ........................................ 410
Médicos de Sergipe...................................... 103
Total ........................................................... 513

domingo, 4 de dezembro de 2011





TESES DOUTORAIS DE TITULADOS PELA FACULDADE DE MEDICINA DA BAHIA, DE 1840 A  1928

*

Novolanda Sampaio Meireles, Fransca da Cunha Santos, Vilma Lima Nonato de Oliveira, Laudenor P. Lemos Junior e José Tavares Neto
GMBahia 2004;74:1(Jan-Jun):9-101
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Após a reforma de 1832, a primeira These Doutoral da Faculdade de Medicina da Bahia foi defendida em 1836, por Dr. Manuel Ezequiel de Almeida, com o título Asfixia por submersão no afogamento, mas desse precioso documento não se tem notícia, exceto pelo registro do título de Doutor e na Ata da Congregação da FAMEB daquele ano. Coerentemente, do interstício de 1832 a 1840 há poucas informações sobre as Theses Doutorais. Em 1839, sendo Diretor o Prof. Francisco de Paula Araújo e Almeida, a Congregação da FAMEB reclamou ao Ministro do Império sobre a lentidão para a implantação das medidas determinadas pela Lei de 1832, da Regência Trina Permanente. Talvez também por isso, só a partir de 1840 foi crescente o número de Theses Doutorais defendidas (ou sustentadas), e assim foi na Bahia até 1928, quando passou a vigorar a Reforma Rocha Vaz pelo Decreto de 1925 e, provavelmente, nas outras Escolas Médicas fundadas posteriormente ao curso da Bahia (em 18 de fevereiro de 1808), e existentes no Brasil até antes da Revolução de 30: Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Faculdade de Medicina e Farmácia de Porto Alegre (atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Escola de Medicina e Cirurgia (FEFIEG), Faculdade de Medicina do Paraná (UFPR), Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina de Minas Gerais (UFMG), Faculdade de Medicina do Pará (UFPA), Faculdade de Medicina de Pernambuco (UFPE) e Faculdade de Medicina de Niterói (UFF), essa última fundada em 1926 e com a primeira turma em curso por ocasião da Reforma Rocha Vaz.
Do período de 99 anos (1840-1928) já foram catalogadas 2.502 Teses Doutorais (excluindo aquelas em duplicata), mas, por certo, muitas foram perdidas ou extraviadas ao longo do tempo e outras ainda não localizadas. Uma perda lastimável é a These Doutoral do Prof. Alfredo Thomé de Britto, um dos mais eminentes Diretores da FAMEB, de 1901 a 1908, responsável pela grande reforma do ensino e da estrutura física da FAMEB e o introdutor no Brasil do radiadiagnóstico. Por isso, se logo não for realizado o restauro, aliado à digitalização desses documentos, outras perdas serão prováveis, sendo urgente a obtenção de recursos, de agências de fomento ou de empresas particulares, para a reprodução e a divulgação desse rico acervo da Medicina brasileira, o qual foi esquecido e alvo de muitas omissões nas últimas três décadas.

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1850

Severino José da Rocha Pitta. BREVES REFLEXÕES SOBRE MOLESTIAS HEREDITARIAS.

1851

Fiel José de Carvalho e Oliveira. BREVES CONSIDERAÇÕES, À CERCA DAS PROPRIEDADES ANESTHESICAS DO ETHER E  O CHLOROFORMIO.
Francisco Tavares da Cunha Mello.ALGUMAS CONSIDERAÇÕES PSYCHO-PHYSIOLOGICAS À CERCA DO HOMEM. FAMEB: 0020-A.
João Pinheiro de Lemos. BREVES CONSIDERAÇÕES ACERCA DO CELIBATO PROFESSADO PELAS MULHERES. FAMEB: 0022-C.
 José Muniz Cordeiro Gitahy. DA MEDICINA E DO CRISTIANISMO E SUAS RELAÇÕES ENTRE SI. FAMEB: 0023-C.
José Paes de Sousa. PROPOSIÇÕES. AS LESÕES QUE RECLAMÃO A EXTIRPAÇÃO DO UTERO. FAMEB:0024-D.

1852

Americo Brazilio de Souza. BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O ECLECTISMO EM MEDICINA. FAMEB:0034-J.
Aprigio Ramos Proença. ENSAIO DE ESTATISTICA MEDICA DA CIDADE DE S. SALVADOR. FAMEB: 0028-D.
Joaquim Joze Velloso. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A MOLESTIA ESCROPHULOSA. FAMEB: 0026-B.
Joaquim Marcellino de Britto Junior. A  HYPOCHONDRIA. FAMEB: 0031-G.
Joaquim Pedro Corrêa de Freitas. ALGUMAS MOLESTIAS MAIS FREQUENTES NA PROVINCIA DO PARÁ. FAMEB: 027-C.
José Maximo do Espírito Santo. O SYSTEMA NERVOSO. FAMEB: 0025-A.
Manoel Alvares Moreira Villaboim. AS VANTAGENS QUE DAS VIAGENS  MARITIMAS PODE TIRAR A MEDICINA.FAMEB: 0032.
Manoel José de Freitas. BREVES CONSIDERAÇÕES ACERCA DA POLICIA MEDICA NA CIDADE DA BAHIA. FAMEB: 0033-I.
Pedro Manoel Alvares Moreira Villaboim. AS VANTAGENS QUE DAS VIAGENS MARITIMAS PODE TIRAR A MEDICINA NO CURATIVO DE ALGUMAS MOLESTIAS E PRINCIPALMENTE NA PHTHISICA PULMONAR. FAMEB: 0032-H.
Thomé Affonso Paraiso de Moura. ALGUMASCONSIDERAÇÕES ACERCA DOS HOSPITAES. FAMEB: 0030-F.
                                                                              1853

Amancio da Silva Vianna. BREVE CONSIDERAÇÕES  SOBRE OS CALCULOS OU DAS CONCREÇÕES INORGANICAS. FAMEB: 039.
Antonio Agripino Xavier de Britto. PROPOSIÇÕES ACERCA DO INFANTICIDIO. FAMEB: 0044-J.
Antonio Dias Coelho. ALGUMAS PROPOSIÇÕES SOBRE TEMPERAMENTOS. FAMEB: 0041 G.
Aprigio Amancio Gonsalves. BREVES REFLEXÕES SOBRE O EMPIRISMO. FAMEB: 0040.
Augusto José Ferrari. THESE SOBRE AMISSÃO QUE PRESENTEMENTE CABE AOS MEDICOS NA PROVINCIA DA BAHIA. FAMEB: 037.
Constantino Teixeira Machado. ALGUMAS PROPOSIÇÕES SOBRE OS ALIMENTOS,QUE DEVERÃO SER SUSTENTADAS.FAMEB: 035.
Joaquim José de Araújo Junior.PROPOSIÇÕES SOBRE LARYNGITE.FAMEB: 0040-F.
José Antonio de Freitas Junior.PROPOSIÇÕES SOBRE A INFLUENCIANO ESTADO SOCIAL NA PRODUCÇÃODAS MOLESTIAS. FAMEB: SR.
José Freire Maia Bittencourt. PROPOSIÇÕE DAS CADEIRAS. FAMEB: 0045-I.
Manoel Bernardino Bolívar. BREVES CONSIDERAÇÕES CONSERNENTES À LEI DA PRANXA, - OU DA CHIBATA PERANTE A MEDICINA. FAMEB:0035-A.
Manoel Martins Alves. BREVES REFLEXÕES SOBRE A PHILOSOPHIA MORAL DO MEDICO. FAMEB: 0046-M.
Manuel Joaquim Rodrigues de Macedo. A HEMOPTYSIS. FAMEB: 036.
Marinonio de Freitas Britto. A LIBERTINAGEM E SEOS PERIGOS RELATIVAMENTE AO PHYSICO E MORAL DO HOMEM. FAMEB: 0036-B.
Nuno Freire Maia Bittencourt. ALGUMAS PROPOSIÇÕES SOBREA HEREDITARIEDADE DAS MOLESTIAS. FAMEB: 0043-I.
Polycarpo Antonio Araponga do Amaral.BREVES DESCRIPÇÃO DO ESTADO ACTUAL DOS PRINCIPAES HOSPITAES D’ESTA CIDADE. FAMEB: 0037-C.
Sinfronio Cesar Coutinho, (de Nazareth).ALGUMAS PROPOSIÇÕES SOBRE A FEBRE AMARELLA. FAMEB: 0042-H.
Sulpicio Geminiano Barroso. BREVES CONSIDERAÇÕES ACERCA DO ONANISMO OU MASTURBAÇÃO. FAMEB: 0038-D.
Symphronio Olympio Alvares Coelho. PROPOSIÇÕES SOBRE MEDICINA EM GERAL. FAMEB: 0039-E.
 Thomaz de Aquino Gaspar. DA ESSENCIALIDADE D’ASTHMA. FAMEB:0029-E.

                                                                           1854

Joaquim Ignacio de Aragão Bulcão. BREVE HISTORIA DA CHINICA, E UTILIDADE QUE PRESTA A PHYSIOLOGIA E A PATHOLOGIA. FAMEB: 0046.

1855

Francisco Mendes de Amorim. QUAL O DIAGNOSTICO, PROGNOSTICO E TRATAMENTO DAS FRACTURAS? FAMEB: 0047-A.
Francisco Petronilho Alves de Oliveira.ACCESSORIAS, SCIENCIAS MEDICAS,SCIENCIAS CIRURGICAS. FAMEB:0047-A.
Francisco Pinto da Cunha Castro. SCIENCIAS CIRURGICAS. FAMEB:0047-A.
Ignacio Alcibiades Velloso. SCIENCIAS MEDICAS. FAMEB: 0047-A
Ignacio José da Cunha. SE CONFORME A DIVISÃO DOS ALLIMENTOS PELO PROFESSOR LIEBIG EM ALLIMENTOS PLASTICOS E EM ALLIMENTOS RESPIRATORIOS, ESTES DE PER SI SÓ SALLIMENTARÃO QUALQUER ANIMAL E MESMO O HOMEM? FAMEB: 0047-A
Joanne Petro A Cunha Valle. JUDICIUM DIFFICILE. FAMEB: 0047-B.
Joaquim Telesphoro Ferreira Lopes Vianna.BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE OALEITAMENTO. FAMEB: 0047-G.

sábado, 3 de dezembro de 2011



TESES DOUTORAIS DE TITULADOS PELA FACULDADE DE MEDICINA DA BAHIA, DE 1840 A  1928

*

Novolanda Sampaio Meireles, Fransca da Cunha Santos, Vilma Lima Nonato de Oliveira, Laudenor P. Lemos Junior e José Tavares Neto
GMBahia 2004;74:1(Jan-Jun):9-101
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Após a reforma de 18322, a primeira These Doutoral da Faculdade de Medicina da Bahia foi defendida em 1836, por Dr. Manuel Ezequiel de Almeida, com o título Asfixia por submersão no afogamento, mas desse precioso documento não se tem notícia, exceto pelo registro do título de Doutor e na Ata da Congregação da FAMEB daquele ano. Coerentemente, do interstício de 1832 a 1840 há poucas informações sobre as Theses Doutorais. Em 1839, sendo Diretor o Prof. Francisco de Paula Araújo e Almeida, a Congregação da FAMEB reclamou ao Ministro do Império sobre a lentidão para a implantação das medidas determinadas pela Lei de 1832, da Regência Trina Permanente2. Talvez também por isso, só a partir de 1840 foi crescente o número de Theses Doutorais defendidas (ou sustentadas), e assim foi na Bahia até 1928, quando passou a vigorar a Reforma Rocha Vaz pelo Decreto de 19253 e, provavelmente, nas outras Escolas Médicas fundadas posteriormente ao curso da Bahia (em 18 de fevereiro de 1808), e existentes no Brasil até antes da Revolução de 30: Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Faculdade de Medicina e Farmácia de Porto Alegre (atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Escola de Medicina e Cirurgia (FEFIEG), Faculdade de Medicina do Paraná (UFPR), Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina de Minas Gerais (UFMG), Faculdade de Medicina do Pará (UFPA), Faculdade de Medicina de Pernambuco (UFPE) e Faculdade de Medicina de Niterói (UFF)12, essa última fundada em 1926 e com a primeira turma em curso por ocasião da Reforma Rocha Vaz3.
Do período de 99 anos (1840-1928) já foram catalogadas 2.502 Teses Doutorais (excluindo aquelas em duplicata), mas, por certo, muitas foram perdidas ou extraviadas ao longo do tempo e outras ainda não localizadas. Uma perda lastimável é a These Doutoral do Prof. Alfredo Thomé de Britto, um dos mais eminentes Diretores da FAMEB, de 1901 a 1908, responsável pela grande reforma do ensino e da estrutura física da FAMEB e o introdutor no Brasil do radiadiagnóstico9 11. Por isso, se logo não for realizado o restauro, aliado à digitalização desses documentos, outras perdas serão prováveis, sendo urgente a obtenção de recursos, de agências de fomento ou de empresas particulares, para a reprodução e a divulgação desse rico acervo da Medicina brasileira, o qual foi esquecido e alvo de muitas omissões nas últimas três décadas13.
Na atual FAMEB, de duas até 16 Theses Doutorais
(1840 - 1928) foram encadernadas no mesmo volume,

http://htmlimg3.scribdassets.com/iledn1eyn9hrz28/images/3-5371d54089/000.jpg

1840
.
1-Ignácio Moreira do Passo. A SYPHILIS E UMA ENFERMIDADE CONTAGIOSA E ESPECIFICA.
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1841

2-Felippe Martins de Sá Vieira. PROPOSIÇÕES SOBRE DIVERSOS RAMOS DA SCIENCIA MEDICA.
 3-José Lucas da Silva Dias. CONSIDERAÇÕES GERAES SOBRE AS MOLESTIAS HEREDITARIAS.
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1843

4-Thomas Didacus Leopoldus Castagneto. DESCIENTIS MEDICIS NON NULLA E PROPOSITIONES.
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1844

5-Gaudêncio de Araújo Sá. SEM TÍTULO.
6-João Florindo Ribeiro de Bulhões. AUSCULTAÇÃO E PERCUSSÃO. 
7-Joaquim José de Oliveira. OS RUIDOS NORMAES E  PATHOLOGICOS  DO  CORAÇÃO E DAS ARTERIAS.
8-Lucio Casimiro D’Oliveira Bahia. SEM TITULO.
9-Pedro de Athaide Lobo Moscoso. ALGUMAS  PROPOSIÇÕES SOBRE FERIDAS DE ARMAS DE FOGO.
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1845

10-Polycarpo Cesario de Barros. ASPROPOSIÇÕES SOBRE  INFLUENCIA DA MUSICA NA MEDICINA.
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1846

 11.José Rodrigues Nunes Filho. ALGUMASCONSIDERAÇÕES SOBRE O HOMEM ESPECIALMENTE SUAS RELAÇÕES ENTRE O PHYSICO E O MORAL. ========================================================================
1847

12.Demetrio Cyriaco Tourinho. DO ANTAGONISMO ENTRE AS FEBRES PALUDOSOS E A PHTHYSICA PULMONAR.
13. Ludgero Rodrigues Ferreira. PROPOSIÇÕES SOBRE  DIVERSOS RAMOS DAS  SCIENCIAS. =========================================================================
1848

14- Rozendo Aprigio Pereira Guimarães. MEDICO– PHILOSOPHICAS. =========================================================================
1850

15.Emygdius Josephus Barbosa. PROPOSITIONES DE MEDICINA CIRURGICA.
16.Francisco José da Costa e Abreo. A FEBREAMARELLA OU EPIDEMIA REINANTE EM 1849 E 1850.
17.Henrique Alvares dos Santos. AEPIDEMIA QUE REINOU DE 1949 A 1850 NA CIDADE DA BAHIA.
18. Ignacio Firmo Xavier. REFLEXÕES SOBRE O MEDICO.
19.Nicolao Cobentino de Gouvêa Portugal.BREVES CONSIDERAÇÕES GERAESSOBRE AS SYMPATHIAS ORGANICAS.FAMEB: 0019-D.


410- BAHIA: LÍCIA MARIA OLIVEIRA MOREIRA



htt://www.google.com.br/search?tbm=isch&hl=pt

*


Nasceu em Feira de Santana, no dia 14 de março de 1952.
Ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia em 1869, sendo por ela diplomada em 23 de janeiro de 1976.
Fez residência médica em Pediatria, no Hospital Universitário Professor Edgard Santos (UFBa), nos anos de 1976 e 1977.
Mestrado em Pediatria, na Universidade Federal da Bahia (1981) e doutorado em Medicina, na mesma Universidade (1988).
Ingressou na carreira docente em 1980, atingindo, mediante progressão vertical, os cargos de Assistente e Professor Adjunto.
Nos anos de 1989 e 1993, estagiou no Childrens Hospital de Philadelfia, Estados Unidos.
Em 1993, estagiou em AIDS Perinatal, no Hospital Robert Debré, Paris.
Em 1999, foi aprovada com distinção no concurso de Professor Titular de Neonatologia (UFBa).
Nos anos de 2001-2002, chefiou o Departamento de Pediatria.
De 1998 a 2001, presidiu a Sociedade Baiana de Pediatria.
Autor de capítulos de livros e trabalhos científicos  em sua área de especialização.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Assis Barros, Nelson de Carvalho – Histórico do Ensino da Pediatria na Bahia, no Século XX – Gazeta Médica da Bahia, 2007;772 (Jul-Dez):101-116

MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
Biografias de médicos da Bahia .............................. 410
Biografias de médicos de Sergipe ...........................

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

103-SERGIPE: ENÉAIS MANUEL FERREIRA


VILA NOVA, SERGIPE

                                                                                       *

Nasceu em 21 de junho de 1865, no povoado de Brejo Grande, município de Vila Nova, sendo seus pais Antônio Manuel Ferreira e Maria Angélica Ferreira.
Ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia em 1883, sendo por ela diplomado em 1888, quando defendeu tese sobre o tratamento cirúrgico da tuberculose.
Foi interno, por concurso, da Segunda Cadeira de Clínica Cirúrgica da Faculdade de Medicina da Bahia.
Formado, exerceu a profissão em Cururipe, Mata Grande, Água Branca e Pão de Açúcar, no Estado de Alagoas.
Transferido para Aracaju, foi médico da Prefeitura Municipal.
Em Vila Nova, sua terra natal, foi delegado de higiene (1915) e administrador da Mesa de Rendas (19160.
Faleceu no dia 24 de junho de 1922, com 57 anos de idade.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Guaraná, Armindo – Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.

MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
Biografias de médicos de Sergipe ......................... 103
Biografias de médicos da Bahia ............................ 409
Total ...................................................................     512

102-SERGIPE: ELEYSON CARDOSO


*

Nasceu em 14 de junho de 1982, em Aracaju, sendo seus pais Brício Cardoso e Mirena Cardoso.
Iniciou o curso de humanidades em Aracaju, concluindo-o no Ceará.
Em 1912, estando empregado na Repartição dos Correios, matriculou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, pela qual foi diplomado em 1917, ocasião em que defendeu tese sobre  “Assistência Pública no Rio de Janeiro”.
Durante o tempo de estudante, foi interno no Hospital Central da Marinha.
Formado, em vários navios de transporte durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), foi Inspetor Sanitário Marítimo (1917), veterinário do Serviço de Inspetoria Pastoril (1921) e chefe de distrito da Diretoria de Saneamento e Profilaxia Rural (Sergipe, 1921).
Portador de acentuada vocação musical, foi pianista e compositor, desde a adolescência.
Sócio efetivo da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, da Sociedade Brasileira de Higiene e diretor da Companhia Agrícola do Estado de Sergipe.
Em 1923, no “Sergipe Jornal”, edição de 28 e 29 de dezembro, publicou interessante trabalho sobre esquistossomose em Sergipe.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Guaraná, Armindo – Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.

MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
Biografias de médicos de Sergipe .............................  102
Biografias de médicos da Bahia ...............................   409
Total...........................................................................   511