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By Ferramentas Blog

domingo, 1 de maio de 2011

AVULSO- JEHORVAN LISBOA CARVALHO



Ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, e, 1961, sendo graduado em 1966.
De 1967 a 1969, realizou o curso de especialização em Cirurgia Cardiovascular, na Universidade Federal de São Paulo.
De 1974 a 1979, fez o curso de mestrado em Cirurgia, na USP.
Em 2000 concluiu o doutorado em Medicina, na Universidade Federal da Bahia.
Atualmente é Professor Adjunto IV da Universidade Federal de Bahia.
Artigos completos publicados em periódicos, 6. Trabalhos completos publicados em anais de congressos, 8. Apresentação de trabalhos, 7. Participação em eventos científicos em sua área de especialização, 21.


FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Jehorvan Lisboa Carvalho. Disponível em http://www.google.com.br/sear
ch?hl=pt-BR&q=JEHORVAN+LISBOA+CARVALHO%2BCURICULO+LATTES&b
tnG=Pesquisa+Google&meta=%Dlang_pt&aq=f&oq.Acesso em 29 de julho
de 2009.


 

APÓS CIRURGIA CARDÍACA, PACIENTES

PARAM DE TOMAR ESTATINAS


Pacientes com problemas cardíacos que são submetidos à cirurgia desistem com mais facilidade de medicamento para colesterol do que aqueles que não são operados, segundo estudo publicado no periódico científico American Journal of Cardiology. De acordo com a pesquisa, os pacientes operados negligenciam as doses de estatinas indicadas pelso médicos para reduzir o colesterol. Em muitos casos, simplesmente param de usá-las por contra própria.
De acordo com os autores do estudo, não tomar o medicamento ou descontinuar o uso após a cirurgia são duas atitudes graves e podem colocar em risco a saúde do paciente. As estatinas são reconhecidas por reduzir a chance de um novo ataque cardíaco, melhorar a qualidade de vida do paciente, aumentando assim a taxa de sobrevivência após a operação.
Para chegar aos resultados, foram avaliados os dados de mais de 13.000 pessoas hospitalizados após um ataque cardíaco ou por uma forte dor no peito. Mais de 9.400 fizeram cirurgia de revascularização coronária (ponte de safena) ou angioplastia. Os demais pacientes foram tratados somente com medicamentos – como remédios para controle de pressão arterial e para afinar o sangue. Todos os pacientes – os operados e os medicados – receberam prescrição de estatinas.
De acordo com a pesquisa, 70% dos pacientes que fizeram a cirurgia aderiram totalmente ao tratamento com estatinas, em comparação a 79% dos que só tomaram os medicamentos. “Estamos surpresos com os resultados desse estudo”, disse o pesquisador Niteesh K. Choudry, da Universidade de Harvard. A expectativa dos pesquisadores era encontrar exatamente o contrário: que pacientes submetidos à cirurgia cardíaca tivessem mais preocupação em tomar o medicamento corretamente.
Eles não descobriram porque os pacientes operados desistiram do medicamento. “Eles podem pensar algo como: ‘Já passei pelo procedimento, agora estou bem e não preciso de mais nada’”, sugeriu Choudhry.


FONTE: REVISTA VEJA
http://www.sjtresidencia.com.br/invivo/?p=17107 

AVULSO- JOSÉ BESSA JÚNIOR

Jose De Bessa Junior
JOSÉ BESSA JÚNIOR

*

Nasceu em Campina Verde, Minas Gerais, a  25 de julho de 1965, sendo seus pais José Bessa e Vicência Nunes de Freitas Bessa.
Cursou os estudos iniciais em sua terra natal, mudando-se  para Barretos, onde concluiu seus preparatórios.
Em 1983, ingressou na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, onde se graduou em Medicina no final de 1988.
Ainda estudante de medicina, foi monitor das disciplinas Imunologia e Urologia, representante discente junto ao Departamento de Morfologia e na Congregação da Faculdade.
Logo após a formatura, iniciou o curso de Residência Médica no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), especializando-se em Cirurgia Geral . 
De 1991 a 1992, aprofundou seus conhecimentos em Urologia, na mesma universidade.
Concluídos tais cursos, mudou-se para Feira de Santana,onde iniciou sua clínica urológica.
Em 2001/2002, fez o  Mestrado em Urologia, na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, sob orientação do Prof. Francisco Tibor Dénes.
De 2004 a 2006, realizou o curso de Doutorado na mesma Faculdade, defendendo tese no ano seguinte.
Regressando à Feira de Santana, continuou suas atividades cirúrgicas nos hospitais da cidade.
Tem 64 trabalhos apresentados em eventos científicos, realizados no Brasil e no exterior. É autor ou co-autor de 4 capítulos de livros e possui dez artigos publicados em periódicos especializados.
Pertence à Sociedade Brasileira de Urologia, à Associação Americana de Urologia, à Associação européia de Urologia, à Academia de Medicina de Feira de Santana e outras instituições científicas e culturais.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Memória da Academia de Medicina de Feira de Santana. Editora da AMeFS. Feira de Santana, 2007.


TESE DE DOUTORAMENTO
Acurária do estudo dos jatos ureterais à ultra-sonografia do Doppler Colorido no diagnóstico das hidronefroses

Autor
Nome completo
José de Bessa Junior
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Orientador
Banca examinadora
Denes, Francisco Tibor (Presidente)
Buchpiguel, Carlos Alberto
Giron, Amilcar Martins
Macedo Junior, Antonio
Mitre, Anuar Ibrahim
Título em português
Acurária do estudo dos jatos ureterais à ultra-sonografia do Doppler Colorido no diagnóstico das hidronefroses
Palavras-chave em português
Hidronefrose
Obstrução ureteral
Sensibilidade e especificidade
Técnicas de diagnóstico urológico
Ultra-sonografia Doppler em cores
 
Resumo em português
Introdução e Objetivo: Hidronefrose e Obstrução são condições associadas, entretanto dilatações da via excretora podem ocorrer na ausência de obstruções clinicamente importantes. Ultra-sonografia convencional e Renograma com Diuréticos são os métodos diagnósticos complementares mais utilizados na avaliação das hidronefroses na infância. Recentes trabalhos têm demonstrado a possibilidade de observarmos os jatos ureterais com o Estudo Ultra-sonográfico com Doppler Colorido e sugerido a sua aplicação no diagnóstico diferencial das hidronefroses. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a aplicabilidade do estudo dos jatos ureterais como método diagnóstico na identificação das hidronefroses obstrutivas e não obstrutivas na população pediátrica. Métodos: Foram estudadas 48 crianças (35 meninos e 13 meninas) com idade que variou de um mês a 14 anos (mediana de 4 anos), que se apresentaram com Hidronefroses Unilaterais, Graus III e IV, e com suspeita de obstrução da junção pieloureteral. Todos os sujeitos foram submetidos ao Estudo dos jatos ureterais e ao Renograma com Diuréticos num período de duas semanas. As unidades hidronefróticas foram consideradas obstruídas quando a Função Renal Diferencial era menor do que 40%, ou em indivíduos mais velhos que apresentavam dor lombar intermitente. Os jatos ureterais de cada meato foram contados por um período de 5 minutos e considerados separadamente. Freqüência Relativa dos Jatos (FRJ) foi definida como o numero de jatos ureterais no lado afetado dividido pela soma dos jatos ureterais observados bilateralmente. Resultados: Vinte e duas (45,8%) unidades hidronefróticas foram consideradas obstruídas.A média da FRJ diferiu significativamente entre as hidronefroses obstrutivas (0,09 ± 0,15) e não obstrutivas (0,41 ± 0,11). (p<0.001). Análise da Curva ROC revelou que FRJ < 0,25 é o melhor valor que distingue as hidronefroses obstrutivas e não obstrutivas e o faz corretamente em 91,2 % dos casos, com uma Sensibilidade de 86,4% (IC95%=78,6-98,2%) e Especificidade de of 96.15% (IC95%=87.8-99%). O Índice de Probabilidade Positivo foi de 22,45 e a Razão de Chances Diagnóstica de 158,3. A área sob a curva ROC foi de 0,91 (IC95%=0,86-0,98) indicando a excelente acurácia do método. Conclusões: FRJ < 25 % mostrou ser um bom indicador de obstrução nas hidronefroses unilaterais da infância. O estudo dos jatos ureterais a Ultrasonografia com Doppler Colorido é método simples, não invasivo e pode ser utilizado na abordagem inicial e no seguimento, na diferenciação das hidronefroses obstrutivas e não obstrutivas na população pediátrica
 
Título em inglês
Diagnostic accuracy of color Doppler sonographic study of the ureteric jets in evaluation of hydronephrosis
Palavras-chave em inglês
Diagnostic techniques urological
Hydronephrosis
Sensitivity and specificity
Ultrasonography Doppler color
Ureteral obstruction
Resumo em inglês
Introduction and Objective: Hydronephrosis (HN) and obstruction are closely associated, but upper urinary tract dilatation can occur without significant obstruction. Despite some pitfalls, conventional ultrasonography and diuretic renography (DR) are the main modalities in the evaluation of HN in children. Recent reports have demonstrated the usefulness of Color Doppler Ultrasonography (CDUS) as a reliable method to identify the ureteric jets (UJ) in the bladder. The aim of this study was to evaluate CDUS evaluation of the UJ in the bladder as a diagnostic tool to distinguish obstructive from non-obstructive dilatations of the upper tract in pediatric population. Methods: We evaluated 48 patients (35 boys and 13 girls), aged 1 month to 14 years (median = 4 ys.), who presented with unilateral grade III and IV hydronephrosis suspicious of pyeloureteral junction obstruction. All patients underwent DR and evaluation of UJ by transverse CDSG of the bladder within a maximum of 2 weeks. Obstruction was considered in the DR when the hydronephrotic unit showed Differential Renal Function of less than 40%, or when symptomatic intermittent renal colic was present in older children. The number of UJ was counted over a 5 min period and its frequency was calculated for each ureteral orifice. Relative Jet Frequency (RJF) was defined as the UJ frequency of hydronephrotic side divided by total UJ frequency. Receiver-Operating Characteristic (ROC) plots were constructed to determine the best cuttoff for RJF, in order to identify renal units with obstructive hydronephrosis. Results:Twenty-two(45.8%) hydronephrotic units were considered obstructed. The mean RJF differed significantly between obstructive (0.09 ± 0,15) and non-obstructive hydronephrosis (0.41± 0.11)(p<0.001). ROC analysis revealed that RJF< 0.25 was the best threshold and it correctly discriminates obstruction in 91.2% of the childrens with a sensitivity of 86.4% (95%CI=78.6-98.2%) and specificity of 96.15% (95%CI=87,8-99%). The Positive Likelihood Ratio was 22.45 and Diagnostic Odds Ratio was 158.3.The area under the ROC curve was 0.91 (95%CI=0.86-0.98), indicating excellent discrimination power. Conclusions: In this study RJF < 25% was found to be a good indicator of obstruction in children with unilateral hydronephrosis. CDUS evaluation of UJ is an easy and non-invasive method that can be used as an initial diagnostic tool and in follow-up cases, to differentiate obstructed from non-obstructed hydronephrosis in the pediatric population
 
 
 
 
                                                                                   
 
 
                      
                                                                                
 


AVULSO- JOSÉ ANDRADE MOURA JÚNIOR

 


Nasceu em Jequé, Bahia, em 31 de janeiro de 1958, sendo seus pais José Andrade Moura e Waldeth Garcez Moura.
Realizou os primeiros estudos em Jequié e residiu naquela cidade até os 14 anos de idade, quando sua família fixou residência em Salvador.
Em 1976, ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, onde foi diplomado em 1981.
Fez residência médica no Hospital Ana Neri, em Salvador, especializando-se em Medicina Interna, com ênfase em Nefrologia.
Em 1984 mudou-se para Feira de Santana, tornando-se o primeiro nefrologista daquela cidade.
Em seguida atualizou seus conhecimentos no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, onde adquiriu experiência em transplante renal.
Tendo conquistado o título de especialista em Nefrologia, conferido pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (1988).
A partir de 1985, iniciou a prática de transplantes renais em Feira de Santana, onde acumulou relevante  casuística.
Assumiu a Vice-Presidência da Sociedade Brasileira de Nefrologia, Regional da Bahia e coordenou a Comissão Estadual de Nefrologia.
Realizou os cursos de Mestrado e Doutorado na Fundação Baiana Para o Desenvolvimento das Ciências.
É autor de vários trabalhos científicos, publicados em periódicos do Brasil e do exterior e pertence a diversas instituições científicas e culturais.


FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Memória da Academia de Medicina de Feira de Santana. Editora da AMeFS. Feira de Santana, 2007.

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BAHIA TEM 2.800 RENAIS NA FILA

DE TRANSPLANE

Doar órgão é um gesto de amor, uma bela atitude. Pense nisso

09-transplantes



Hoje, 26/06, é comemorado na Bahia o Dia Estadual do Doador de Órgãos. Em entrevista ao programa “Fala Bahia”, da Bahia FM, com Emmerson José, o médico Heraldo Moura, coordenador do Sistema Estadual de Transplantes, disse que no estado, atualmente, existem 2.800 pacientes na fila de espera por um transplante de rim e outras 1.020 pessoas aguardando um transplante de cónea.
“Apesar de termos avançados nos últimos anos em número de doadores, ainda estamos muito atrás de outros capitais”, disse Heraldo Moura, lembrando que até a primeira quinzena de junho deste ano, na Bahia, ocorreram 23 doações de múltiplos órgãos. Com isso, foram realizados 21 transplantes de fígado, 47 de rins e 84 de cóneas. Esses números são resultados do trabalho das comissões de profissionais que atuam nas unidades médicas das redes pública e privada, conscientizando os familiares sobre a importância da doação.
Segundo o coordenador, quem mais se beneficia com a doação é a própria sociedade que tem essa consciência. “Precisamos lembrar que cada um de nós pode vir a ser um paciente na fila do transplante. Portanto, doar é um gesto muito importante, uma solidariedade que salva vidas. Uma atitude nobre”.
Heraldo Moura disse ainda que a rede de hospitais do estado está capacitada para realizar transplentes e a tendência é se aprimorar muito mais. “Ainda este ano, teremos unidades para transplante de pâncreas. Em 2010, estaremos fazendo transplente de pulmão. Já fazemos transplentes de rins, córneas, fígado e coração. Também estamos retomando o transplante de medula”, lembra.
“Adotamos no Brasil o modelo utilizado na Espanha, que está muito à frente da gente. Lá, existem entre 30 e 40 doadores para cada um milhão de habitantes. No Brasil, temos apenas uma média de sete doadores para cada um milhão de pessoas. Nossa meta é que consigamos chegar a esse patamar nos próximos 20 anos”, ressaltou Heraldo Moura.



AVULSO- JORGE JOSÉ SANTOS PEREIRA SOLLA


JORGE SOLLA

*

Ingressou, em 1979,  na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, na qual colou o grau de médico em 1984.
De1985 a 1987, fez Residência Médica em Medicina Social, na mesma universidade.
No período de 1988 a 1993, realizou o curso de Mestrado em Saúde Pública, na UFBa.
Em 2006, iniciou o doutorado em Clínica Médica, na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Foi Secretário Municipal de Saúde de Vitória da Conquista, Bahia, de 1999 a 2002 e Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde (2003-2005).
Atualmente é Secretário da Saúde do Estado da Bahia e médico-pesquisador da Universidade Federal da Bahia.
Ensinou Epidemiologia, Gestão de Sistemas de Saúde, Estatística de Saúde, Vigilância à Saúde, Saúde Pública, Vigilância Epidemiológica e Epidemiologia  nos cursos de gradução e pós-graduação, da Universidade Federal da Bahia, Universidade da Bahia (UNEB), na Fundação Baiana Para o Desenvolvimento da Medicina, na Universidade Estadual de Santa Cruz e na Universidade Estadual de Feira de Santana.
Consultor do Ministério da Saúde (1995-1999), membro do Conselho Nacional de Saúde (2003-2005), membro da Comissão Intergestores Tripartite mesmo Ministério.
É detentor do título de Cidadão Honorário de Vitória da Conquista e do Prêmio Hernani Sávio Sobral (FAPEX).
Artigos completos publicados em periódicos, 13. Livros publicados ou edições, 2. Capítulos de livros, 4. Trabalhos completos publicados em anais de congressos, 1. Resumos publicados em anais de congressos, 25.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Jorge José Santos Pereira Solla- Disponível em http:buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4780875T7. Acesso em 13 de setembro de 2009.







Para ampliar o acesso e qualificar o atendimento à saúde pública no Brasil é preciso, antes de tudo, superar um dos seus maiores desafios, que é o do subfinanciamento, avalia Jorge José Santos Pereira Solla, secretário de Saúde da Bahia. "Não existe nenhuma outra política pública no país que faça tanto com tão poucos recursos. Hoje, em qualquer cidade brasileira, o paciente gasta mais ao sair de sua residência, pagar um ônibus para chegar a uma unidade de saúde, do que o sistema inteiro de saúde gasta com o cidadão em um dia", destaca Solla, defensor da descentralização das ações e dos serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).


                                                                                                   FONTE: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://static.valoronline.com.br/sites/default/files/imagecache/media_library_bigimage//gn/11/03/foto18rel-401-bahia-f2.jpg&imgrefurl=http://www.valoronline.com.br/impresso/s1-2011-03-18/67063/398785/atendimento-a-familia-ganha-400-unidades-na-bahia&usg=__n32eFQoKn06q_2zci_B2EltDV8Q=&h=500&w=547&sz=31&hl=pt-BR&start=0&sig2=7Ku8i7GLbwLMAzyoNlg8Zw&zoom=1&tbnid=WNCnikVBkEQrXM:&tbnh=145&tbnw=154&ei=3WW9TbWWG8Th0gG46LGmBg&prev=/search%3Fq%3DJORGE%2BJOS%25C3%2589%2BSANTOS%2BPEREIRA%2BSOLLA%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG%26biw%3D1362%26bih%3D595%26gbv%3D2%26tbm%3Disch&itbs=1&iact=rc&dur=514&page=1&ndsp=20&ved=1t:429,r:2,s:0&tx=55&ty=75

AVULSO- JACY AMARAL FREIRE DE ANDRADE

 
FACULDADE DE MEDICINA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (BRASIL)

*

Graduada em Medicina pela Universidade Federal da Bahia, em 1980. Residência Médica, em Infectologia (1981-1982). Mestrado em Medicina Interna (em 1987) e doutorado (em 1997), pela mesma universidade.
Especialização em Medicina Tropical, na Universidade de São Paulo (1982) e em Micologia, no Instituto Oswaldo Cruz (1984), no Rio de Janeiro.
Treinamento em pesquisa na University of California (2003).
Cursos e estágios em AIDS, Epidemiologia, Medicina da Pessoa, Problemas na Unidade de Tratamento Intensivo, em Metabolismo do Sistema Nervoso Central, Radiologia do Torax, Imunologia Aplicada, Doenças Infecciosas e Parasitárias, Avanços da Terapia com Antibioóticos, HIstofisiologia do Sistema Nervoso e Medicina de Urgência.
Médica da Universidade Federal da Bahia, onde coordena o Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais.
Artigos completos publicados em periódicos, 17. Capítulos de livros publicados, 5. Trabalhos completos publicados em anais de congressos, 6. Resumos publicados em anais de congressos, 30. Apresentações de trabalhos, 19. Participação em bancas examinadoras de mestrado, 25. Participação em bancas examinadoras de doutorado, 9.
Qualificação de doutorado, 5.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Jacy Amaral Freire de Andrade. Disponível em http://buscatextua l.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4785791J4.       Acesso em 27 de julho de 2009.


 
SANTIAGO DE COMPOSTELA
Minha foto ESTA CRÔNICA É DA AUTORIA DE JOANNY CANTÃO 
 
Joanny Cantão é acadêmica do último ano de Arquitetura e Urbanismo. Adora viajar, conversar, conhecer novos lugares e novas pessoas! Adora falar em outros idiomas, experimentar novas culinárias, sempre com alguma companhia.
 
 
 
- Convento de San Martino Pinaro: a igreja barroca deste monastério tem um enorme altar duplo e uma fachada plateresco adornada com figuras entalhadas de santos de bispos.
- Hostal de los Reyes Católicos: construído como hospedaria para os peregrinos doente, é hoje um hotel luxoso.
- Convento de San Paio de Antealtares: é um dos monastérios mais antigos do mundo, fundado no século 9º para abrigar o tumulo de São Tiago, que hoje está na Catedral.
- Praça das Praterias: o portão dos ourives de Catedral se abre para uma praça muito charmosa com a fonte dos cavalos no centro.
- Catedral: este grandioso espetáculo de torres dá as boas vindas aos peregrinos que chegam a Santiago. Embora a parte externa tenha sido remodelada ao longo dos séculos, o interior está praticamente intocável desde o século 11.
- Plaza do Obradoiro: é uma das praças mais bonitas do mundo, além de ser o ponto de encontro dos peregrinos. A fachada barroca da Catedral domina a praça.
P.S.: cada vez que eu leio a história de alguma praça, lembro do Profº Fúlvio e da Profª Silmara nas aulas de paisagismo e de arquitetura brasileira!


Na idade média, Santiago de Compostela era o terceiro mais importante destino de peregrinação dos cristãos, perdendo para Jerusalém e Roma. Em volta da Praça do Obradoiro, há um conjunto sem igual na Europa. O granito da região dá uma unidade à mistura de estilos arquitetônicos. Com ruas estreitas e praças antigas, o centro da cidade é bem compacto e pode ser percorrido a pé. Pontos altos:

sábado, 30 de abril de 2011

AVULSO- IRISMAR REIS DE OLIVIERA

 
IRISMAR REIS DE OLIVEIRA

*

Graduado em Medicina, em 1978, pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia.  Livre-Docente, pela mesma universidade, em 1995.
Formação em Psiquiatria pela Université René Descartes, em Paris, no ano de 1988 e em Terapia Cognitiva  pelo Beck Institute, na Filadélfia, em 1998.
Professor Titular de Psiquiatria do Departamento de Neuropsiquatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia e Chefe do Serviço de Psiquiatria do Hospital Universitário Prof. Edgard Santos da mesma universidade.
Sua área de especialização é Psiquiatria Clínica e Psicoterapia Cognitiva, atuando principalmente nos seguintes temas: esqusifrenia, depressão, transtorno do déficit de atenção, hiperatividade, transtornos de ansiedade e transtornos alimentares.
Membro do corpo editorial dos seguintes periódicos: Jornal Brasileiro de Psiquiatria, Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, Revista Brasileira de Psiquiatria, Journal of Clinical Parmacy and Therapeutics, Clinics (S.Paulo), Revista de Psiquiatria Clínica, e Neurobiologia (São Paulo).
Artigos completos, publicados em periódicos, 78. Livros publicados, 2. Capítulos de livros publicados, 29. Resumos publicados em anais de congressos, 59. Resumos de artigos publicados em anais de congressos, 7. Participação em bancas examinadoras de mestrado, 7. Idem de doutorado, 3. Qualificação de doutorado, 3. Paarticipação em eventos, 3.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Irismar Reis de Oliveira- Disponível em http://www.google.com.br /search?hl=pt-BR&q=irismar+reis+de+oliveira&meta=0&aq=IRISM AR. Acesso em 16 de maio de 2009.


Livro - Manual de Psicofarmacologia Clínica - 2ª/06
MANUAL DE PSICOFARMACOLOGIA CLÍNICA
AUTORES: Irismar Reis de Oliveira e Eduardo Pondé de Sena


AVULSO- IONE CRISTINA BARBOSA



*

Graduada em Farmácia Bioqúimica, em 1976, pela Universidade Federal da Bahia, e em Medicina, pela mesma universidade, em 1985.
De 1987 a 1990, mestrado em Ginecologia e Obstetrícia, pela Universidade de Uppsala (Suécia). De 1992 a 1996, doutorado em Ginecologia e Obstetrícia, pela mesma universidade. Em   2004, Livre-Docente, pela Universidade Federal da Bahia.
Prêmios e títulos: em 1995, 2º melhor trabalho no 4º Congresso Norte-Nordeste de Reprodução Humana; e “Honra ao Mérito por Pesquisa Clínica”; em 1997, melhor trabalho (“estetoscópio de ouro”) no International Congresso of Gynecology  and Endoscopy, 26th Annual Meeting, em Seattle (Estados Unidos); em 2009, melhor trabalho no 3º Congresso Nordestino de Climatério e Ginecologia Endócrina.
Artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais, 57. Capítulos de livros publicados, 5. Trabalhos completos publicados em anais de congressos, 92. Resumos publicados em anais de congressos, 14. Participação em bancas examinadoras de Livre-Docência, 1. Participação em eventos científicos de suas área de especialização, 387.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Ione Cristina Barbosa- Disponível em http://buscatextual .cnpq.br /buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4730145J1. Acesso em 16 de maio de 2009.


UPSALA, SUÉCIA

UNIVERSIDADE DE UPSALA, SUÉCIA



*

Uppsala é uma cidade que fica ao norte de Estocolmo, cerca de 70 km. Ela é conhecida por ser uma cidade universitária, assim como Lünd, porém, um pouco maior. Viajei nesse trem, que embora antigo, é confortável. Paguei 70 coroas para passagem Stockholm-Uppsala (aproximadamente 10 euros) e demorou 40 minutos para chegar.
Estacionamento de bicicletas: Fiquei impressionada com esse estacionamento. A amiga sueca que estava comigo, Susanna, disse que Uppsala é a cidade das bicicletas. Por ser universitária e relativamente uma cidade pequena, a maioria utiliza a bicicleta como meio de transporte.
O rio que NÃO é poluído: Esse rio corta a cidade. Ao passarmos por ele, minha amiga sueca disse que ele é um rio muito sujo. Daí eu perguntei: "Sério? Ele é poluído?" E ela respondeu: "Sim, as pessoas não nadam nele!" Daí eu disse que estava surpresa, afinal os rios, canais, lagos da Suécia são tão limpos. Contei que na frente do apartamento que moro tem um canal, mas está cheio de peixes e patos. Foi então que ela disse: "Ah! Mas esse daqui também tem peixes e patos. No verão tem até cisnes!" Foi então que disse: "Amiga, você está enganada. Esse rio não pode ser poluído!"rsrsrsrrs....
Catedral de Uppsala: Foi construída no século XIII e originalmente era usada para coroações dos reis da Suécia. Eu até tentei tirar uma foto dela completa, mas com mais de 100 metros de altura, ficou difícil! ;)

Essa parte curiosa me chamou a atenção. Tem uma coisa que os protestante são idênticos aos católicos...rs...A primeira imopressão que tive, foi que era um caixa eletrônico. Mas não é que bem na entrada da igreja tem uma máquina de DOAÇÃO. É só passar o cartão e colocar o valor. Nessa parte, talvez os protestantes estão ainda mais ligeiros.

Universidade de Uppsala: É uma instituição pública, a universidade mais antiga da Escandinávia. Ela pertence ao Grupo Coimbra, onde estão as universidades mais antigas e mais prestigiadas da Europa. Desde que cheguei a Estocolmo, escuto que a Universidade de Uppsala é a mais renomada da Suécia.

Minha amiga sueca disse que nunca tinha entrado nessa sala e que aquela devia ser uma área restrita onde os alunos não tem acesso. Parecia um anfiteatro, um lugar de conferências, enfim, não fui pesquisar o nome. Mas era uma sala linda, esse lustre parecia de filme medieval e em todas as carteiras existiam microfones e fones que deviam ser para tradução simultânea.
No caminho de volta a estação de trem, passamos pela Biblioteca Carolina Rediviva.
Castelo de Uppsala: Ele desempenhou um papel importante na história da Suécia, pois foi construído em um tempo em que a Suécia estava a caminho de se tornar uma grande potência na Europa. O Rei Gustav Vasa (aquele que está enterrado na Igreja da foto que postei) iniciou a construção do Castelo de Uppsala em 1549. Em 1630, o rei Gustav Adolf II anunciou a decisão de que a Suécia ia participar na Guerra dos Trinta Anos. Quando cheguei perto do castelo achei ele muito moderno para ser tão antigo. Os castelos da Irlanda eram sempre de pedra, cinza, e de repente esse castelo em tons salmão pastel??? Foi então que nos aproximamos de uma placa que fica logo na entrada com algumas explicações em sueco, que minha amiga me traduziu. O castelo foi seriamente danificado por um incêndio em 1702, sendo reduzido a uma ruína. A reconstrução levou muitos anos e ele ficou assim, meio moderno...rs...

Após o pequeno tour por Uppsala, passamos em uma cafeteria e compramos um chocolate quente para nos aquecer. A temperatura variava em 5 graus. Voltamos juntas para Stockholm, já que ela também mora no centro da cidade. Desta vez, viemos em um Trem de 2 andares, que eu tinha curiosidade de andar...rs...Mas o preço foi o mesmo que a ida, 70 coroas. O bilhete se compra em uma máquina, com cartão de crédito, bem próximo ao embarque. É tudo bem rápido e prático. Dessa vez a viagem durou apenas 36 minutos.