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By Ferramentas Blog

sexta-feira, 9 de março de 2012

211- SERGIPE: JULIANO CALAZANS SIMÕES


JULIANO SIMÕES


                                                                                                                 *


Nasceu em Salvador, Bahia, no dia 14 de abril de 1904, sendo seus pais Miguel Carlos da Costa Simões e Maria Leite Bitencourt de Calazans.

Diplomado em medicina em 1924, pela Faculdade de Medicina da Bahia, oportunidade em que defendeu tese sobre “Reflexos pupilares e seu valor semiótico em psicopatias”.

Formado, fixou residência na capital sergipana onde instalou sua clínica e ingressou no corpo médico do Hospital Santa Isabel.

Exerceu varas funções públicas, inclusive de Diretor Geral de Saúde Pública de Sergipe.

É um dos fundadores da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Federal de Sergipe, da qual foi o primeiro professor de Oftalmologia.

É considerado um dos vinte maiores médicos de Sergipe no século XX.

Faleceu em Aracaju, no dia 3 de fevereiro de 1984.





FONTE BIBLJOGRÁFICA

Prado Dias, Lúcio Antônio – Juliano Calazans Simões. Aracaju, 2006.





MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE

Biografias de médicos da Bahia ............................................................. 418

Biografias de médicos de Sergipe .......................................................    211

Total .................................................................................................       629

quinta-feira, 8 de março de 2012

210- SERGIPE: JOVINIANO RAMOS ROMERO


SILVIO ROMERO
(FILÓSOFO E PENSADOR SERGIPANO)

*

Nasceu em Lagarto a 5 de maio de 1858, sendo seus pais André Ramos Romero e Maria Vasconcelos da Silveira Ramos.
Irmão de Sílvio Romero, crítico, ensaísta, poeta, filósofo, professor e político sergipano.
Fez o curso médico na Faculdade de Medicina da Bahia, sendo  considerado o melhor aluno de sua turma.
Recebeu o grau de doutor em medicina em 14 de dezembro de 1881.
Clínico de valor, foi também  político militante, tanto no Império quanto na República, apesar declarar-se monarquista convicto.
Hábil polemista, jornalista de valor e médico competente, reuniu em torno da sua pessoa, graças ao seu talento, inteligência e espírito caritativo, amplo círculo de amigos e admiradores.
“O homem atencioso e afável que sempre foi em suas relações particulares, de caráter franco e coração generoso, não raro transformou-se no adversário impetuoso e até agressivo, quando na tribuna ou na imprensa defendia seus princípios políticos e doutrinas filosóficas” (3).
Eleito deputado geral em 1885 e em 1889, não exerceu o mandato, em virtude da dissolução da Câmara e queda da monarquia.
Foi inspetor de higiene da Lagarto (1885) e comissário de higiene no Rio de Janeiro.
Colaborou em vários jornais da Bahia e de Sergipe.
Escreveu duas teses  para doutoramento, ambas rejeitadas pela Congregação da Faculdade. A propósito do fato publicou, em 1882,  uma série de artigos no  “Sergipe”, jornal editado em Aracaju.
Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 23 de setembro de 1902.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS
Bittencourt, Liberato – Homens do Brasil – Sergipe. Rio de Janeiro, 1917.
Dória, Epifanio – Efemérides Sergipanas, 2º volume. Aracaju, 2009.
Guaraná, Armindo – Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.

MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
Biografias de médicos da Bahia ................................................... 418
Biografias de médicos de Sergipe ................................................  210
Total ..........................................................................................      628
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Silvio Romero
Virgínia BarbosaBibliotecária daFundação Joaquim Nabucopesquisaescolar@fundaj.gov.br  
[...] continuai, continuai, poetas e romancistas, estudai os costumes provincianos; reproduzi nos vossos cantos e nas vossas novelas o bom sentir do povo, quer do norte quer do sul; marcai as diferenças e os laços existentes entre essas gentes irmãs, que são o braço e o coração do Brasil (Silvio Romero, em História da literatura brasileira).           

O folclorista, crítico literário, professor, filósofo e pensador político Silvio Romero, filho de André Ramos Romero, e Maria Vasconcelos da Silveira Ramos, nasceu no dia 21 de abril de 1851, na vila sertaneja de Lagarto, da província de Sergipe.
 Desde a sua infância até os vinte e dois anos, quando bacharelou-se, ele assinava Silvio Vasconcelos da Silveira Ramos. "Para abreviar o nome", segundo o folclorista, passou a assinar Silvio da Silveira Ramos e, "depois, só Silvio Romero, por o encurtar ainda mais [...]". O sobrenome Romero, segundo Silvio Rabelo, não era da família e que o pai, André Ramos, oficial da Guarda Nacional, adotara sem se saber como.        
Contava com apenas seis semanas de vida quando uma epidemia de febre amarela invadiu a vila de Lagarto e se apoderou de outros lugarejos. Silvio foi levado para o Engenho Moreira pertencente aos seus avós maternos e que ficava a quatro léguas de sua terra natal.
          
Retornou para a vila de Lagarto aos cinco anos por causa de uma epidemia de cólera que atacara o Engenho Moreira, e ali ficou até 1863.
          
Seus primeiros estudos foram feitos na vila onde nasceu e os preparatórios no Rio de Janeiro, no Ateneu Fluminense, de 1863 a 1867. Regressou à vila de Lagarto em janeiro de 1868. No mês seguinte, seguiu para o Recife onde ingressou na Faculdade de Direitoe concluiu o curso de Ciências Jurídicas em 1873. A cidade do Recife foi uma escala necessária à carreira de letras e a esta cidade Silvio Romero se ligou para sempre.
          
Em fins do ano de 1869, Silvio começou a aparecer na imprensa do Recife estimulado por Tobias Barreto e pela polêmica entre o padre Pinto de Campos e o general Abreu e Lima, a propósito de Bíblias falsificadas. Sua colaboração na imprensa se fez primeiro com a monografia A poesia contemporânea e a sua intuição naturalista, depois com versos ou com a série de artigos contra o romantismo e a poesia da época.
         
Silvio Romero é considerado a figura central da segunda fase (1875-1878) da Escola do Recife ou Geração de 1871. A Escola do Recife foi um movimento de caráter sociológico e cultural que tomou lugar nas dependências da Faculdade de Direito do Recife e contribuiu para a formação intelectual brasileira nos temas da sociologia, da antropologia, crítica literária e estética.          
Entre 1873 e 1874, ocupou o cargo de promotor público na comarca de Estância, lugarejo do interior de Sergipe, e foi eleito deputado provincial deste Estado.
 Aos 25 anos casou-se com a pernambucana Clarinda Diamantina Correia de Araújo e, em novembro do mesmo ano, segue para a cidade de Parati, no Rio de Janeiro, onde foi nomeado juiz. Durante o tempo em que ficou naquela cidade, dois anos e meio, nada publicou. Essa sua estada em Parati serviu para arrumar a sua produção até então dispersa. Desse trabalho nasceu a idéia da série intitulada Oito Anos de Jornalismo, que ele redigiu em oito volumes.
Foi casado por três vezes: com Clarinda Diamantina, com Maria Liberato e com Petronila Barreto.          
Fixou residência no Rio de Janeiro em 16 de maio de 1879. Começou a escrever para o jornal O Repórter, de propriedade de Lopes Trovão – que fora colega de Silvio na época dos exames preparatórios. No dia 19 do mesmo mês publicou uma crítica parlamentar assinando com o pseudônimo de Feuerbach. Logo após, em 27 de maio, aparecem artigos, inclusive atacando as grandes figuras do parlamento: José Bonifácio, Joaquim Nabuco, Visconde do Rio Branco, João Alfredo entre outros. O jornal O Repórter teve uma atuação muito curta. Quando encerrou suas atividades, em agosto de 1879, Silvio Romero passou algum tempo sem escrever. Pouco depois, recebeu convite de Franklin Távora para ser colaborador efetivo da Revista Brasileira. Neste periódico, Silvio escreveu artigos de várias temáticas: folclore, poesia popular, literatura.  A repercussão positiva confirmavam a sua notoriedade. Entretanto, como sempre fez críticas ao romantismo, Silvio não se furtou de investir numa das mais violentas ao publicar o seu quarto livro A literatura brasileira e a crítica moderna. Nele, entre outras tantas opiniões e críticas, Silvio Romero escreve: 

A vida espiritual brasileira é pobre e mesquinha, desconceituada e banal para quem sabe pensar à luz de novos princípios. [...] Eis-nos dando o espetáculo de um povo que não pensa e não produz por si. [...] Basta considerar, por agora, a renovação romântica deste século com o seu ponto predileto – o indianismo. Nas grandes nações da Europa, como a Inglaterra e a Alemanha, o romantismo foi, em parte, uma volta aos sentimentos populares, uma ressurreição do passado no que ele tinha de mais aproveitável. [..] Dizem que um dos méritos do movimento romântico europeu é haver contribuido para tão fecunda renovação. No Brasil, passaram-se as coisas diversamente. A romântica brasileira teve o prestígio de falsificar e obscurecer o estudo de nossas origens e acumular trevas sobre os três primeiros séculos de nossa ezistencia.              
Depois dessa publicação foram pouquíssimas as chances de participar de algum círculo literário do Rio de Janeiro. A escolha foi concorrer à vaga de professor de Filosofia do Imperial Colégio de D. Pedro II, o que ocorreu em 22 de dezembro de 1879. Em 13 de março de 1880 era publicado o decreto nomeando-o e, no dia 30, tomou posse, o que consolidou o prestígio de Silvio no Rio de Janeiro.
             
Em 20 de julho de 1897, Silvio Romero inaugura, como membro fundador, a Academia Brasileira de Letras e ocupa a cadeira que tem como patrono Hipólito da Costa.
Foi convidado para inaugurar um curso de etnografia brasileira na Faculdade de Letras de Paris, mas não aceitou por motivo de doença.             
Silvio Romero faleceu aos 63 anos, no dia 18 de julho de 1914.
          
Escreveu artigos para vários periódicos a exemplo do jornal acadêmicoCrença (1870), que ele próprio dirigia com Celso de Magalhães,Americano (1870), Correio Pernambucano (1871), Diario de Pernambuco (1871), Movimento (1872), Jornal do Recife (1872), A República (1873), O Liberal (1873), O Trabalho, Tribuna do Povo, O Repórter, com o pseudônimo de Feuerbach (1879), A Revista Brasileira(1880).

Entre os inúmeros trabalhos, se destacam:          

Livros: A poesia contemporânea e a sua intuição naturalista (1869);Se a Economia Política é uma ciência (1873); Discurso na Assembléia Provincial de Sergipe (1874); Etnologia selvagem (1875); Contos do fim do século (1878); A filosofia no Brasil (1878); A literatura brasileira e a crítica moderna (1880); Da interpretação filosófica na interpretação dos fatos históricos (1880, tese); O Naturalismo em literatura (1882); Introdução à História da Literatura Brasileira(1882); Últimos Harpejos (1883); Ensaios de crítica parlamentar(1883); Contos populares do Brasil (1883); Lucros e perdas, crônica mensal dos acontecimentos (1883); Valentim Magalhães, estudos(1884); Estudos de literatura contemporânea, páginas de crítica(1885); Uma esperteza, “Os cantos e contos populares do Brasil e o Sr. Teófilo Braga (1888); Etnografia brasileira, estudos críticos(1888); História da literatura brasileira, 2v. (1888)
Artigos: A poesia de Harpejos Poéticos (1870); O que entendemos por poesia crítica (1870); Cartas a Manoel Quintiliano da Silva (1870);A poesia das Phalenas (1870); A poesia das Espumas Flutuantes(1870); Ainda a poesia das “Espumas Flutuantes” (1870); Sistema das contradições poéticas (1871); A poesia e os nossos poetas I (1871); A propósito de um livro (1871); O caráter nacional e as origens do povo brasileiro (1871); Uma página sobre Literatura Nacional (1872);Realismo e Idealismo (1872); As legendas e as epopéias (1872); A poesia e a religião (1872); A poesia e a ciência (1872); Camões e os Lusíadas (1872); A rotina literária (1872); As cartas de Sempronio e Cincinato contra Senio  (1872); Uns versos de moça  (1872); A crítica literária (1873); A poesia de hoje (1873); O romantismo no Brasil – seu ponto de partida; seu desenvolvimento; o romance e o drama(1873); O romantismo no Brasil e em Portugal – o nacionalismo literário (1873); O problema histórico das raças (1874); O indianismo e o sentimento nacional na literatura (1874); Síntese do movimento literário brasileiro atual (1874, série de três artigos); Um etnólogo brasileiro: Couto de Magalhães  (1874); A poesia popular no Brasil(1880); A questão do dia, a emancipação dos escravos (1881); O martírio de Tobias Barreto (1890);Compêndio da História da Literatura Brasileira (1906).
Recife, 26 de novembro de 2010.
FONTES CONSULTADAS:
MENDONÇA, Carlos Süssekind de. Silvio Romero: sua formação intelectual 1851-1880. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1938. (Brasiliana, série 5, v. 114).
RABELLO, Sylvio. Itinerário de Sylvio Romero. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944. (Coleção Documentos Brasileiros, 43).
COMO CITAR ESTE TEXTO:
BARBOSA, Virgínia. Silvio Romero. Pesquisa Escolar Online. Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php/>. Acesso em: dia  mês  ano. Ex.: 6 ago. 2009.
 

segunda-feira, 5 de março de 2012

209- SERGIPE: JOSÉ VIEIRA DA COSTA VALENTE

QUADRO COM RETRATOS DOS VENERÁVEIS DA LOJA
MAÇÔNICA INTEGRIDADE.
(JOSÉ VIEIRA DA COSTA VALENTE FOI UM DOS SEUS VENERÁVEIS)


                                                                              *

Nasceu em 8 de setembro de 1862 no Engenho Coqueiro, município de Divina Pastora ( e não em Riachuelo, como se supõe) (2).

Fez os preparatórios em Aracaju (1877-1881), após o que recebeu o grau de doutorem medicina no dia 26 de dezembro de 1886.

Formado, clinicou em Riachuelo.

Em 1888 migrou para a cidade de Capivari (São Paulo), onde exerceu a profissão durante mais de 22 anos, bem como os cargos de promotor público interino, delegado de polícia, delegado de higiene e membro da primeira Câmara republicana de Capivari.

Foi um dos fundadores da Santa Casa de Misericórdia de Capivari (da qual foi mordomo) e nela exerceu gratuitamente o mister de médico durante 20 anos.

“Médico distinto, clínico benemérito que fez de sua profissão uma jornada humanitária, cidadão probo e modelar chefe de família. Na sua clínica, que foi grande, intensa e vultosa em anos de labor, jamais conheceu a volúpia do ganho abundante pelo pouco que exigia de sua clientela, onde se avultava o número de pessoas pobres” (1).

Em fins de 1910, mudou-se para a capital paulista. Ao seu embarque compareceu verdadeira multidão de pessoas que foram dar-lhe o seu testemunho de afeto (Ibidem).

Na paulicéia clinicou por mais de 30 anos.

“Sempre desambicioso, sem nunca fazer da medicina um mero ganha pão, sem distinguir o rico do pobre, no acolher o chamado que lhe chegava tantas vezes em horas tardias e em noites tempestuosas” (2).

Seu espírito caritativo estendeu-se a todas as instituições a que serviu.

Numista e filatelista, reuniu valiosas coleções de moedas e selos.

Na vida pública foi partidário ardoroso da candidatura de Rui Barbosa à presidência da República.



Fracassado o pleito, retirou-se das atividades políticas para cuidar, unicamente, de sua clínica.

Sua tese de doutoramento versou sobre “Formas clínicas do impaludismo”.

Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 27 de outubro de 1878.



FONTES BIBLIOGRÁFICAS:

Dória, Epifanio – Efemérides Sergipanas. Aracaju, 2009.

Guaraná, Armindo- Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.



MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE

Biografias de médicos de Sergipe .................................................... 209

Biografias de médicos da Bahia ....................................................... 418

Total ..............................................................................................    627

208- SERGIPE: JOSÉ ZACHARIAS DE SOUZA


RIBEIRÃO PRETO, SÃO PAULO (INÍCIO DO SÉCULO XX) 


                                                                                                                      *

Nasceu no Engenho Periquito, município de Itabaianinha, sendo seus pais José Vivente de Souza e Porfina Maria de Souza Campos.
Realizou os preparatórios em Recife e em Salvador (Bahia), onde se matriculou na Faculdade de Medicina da Bahia e por ela recebeu o grau de doutor em medicina no dia 18 de dezembro de 1876.

Formado, iniciou a atividade profissional em Estância.

Foi deputado provincial (1880-1883) mas militou na política partidária durante pouco tempo.

Em 1889, mudou-se para o Estado de São Paulo.

Fixou residência em Ribeirão Preto, onde alcançou grande sucesso como médico e agricultor.

Sua tese de doutoramento versou sobre “Eclâmpsia”.

Faleceu em Ribeirão Preto, no dia 9 de abril de 1913.



FONTE BIBLIOGRÁFICA:

Guaraná, Armindo – Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.



MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE

Biografias de médicos de Sergipe ............................................... 208

Biografias de médicos da Bahia ..................................................  418

Total .........................................................................................  626








sábado, 3 de março de 2012

207-SERGIPE: JOSÉ VICENTE DE SOUZA NETO

ITABAIANINHA, SERGIPE


Nasceu no Engenho Carnaíba, termo de Itabaianinha, no dia 31 de janeiro de 1869, sendo seus pais Francisco Cedro da Silveira  e Maria Florentina de Souza Silveira.
Fez os preparatórios em Aracaju e ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia, onde cumpriu os três primeiros anos do curso médico.
Transferido para o Rio de Janeiro, formou-se por aquela Faculdade em 1890, quando defendeu tese sobre “Reseção do joelho”
Formado, foi exercer a profissão em São Domingos do Prata (Minas Gerais) e depois em São Paulo de Muriaré, no mesmo estado.
Depois, clinicou em Mendes, no Estado do Rio de Janeiro e, algum tempo depois, sem Pederneiras (São Paulo).


FONTE BIBLIOGRÁFICA

Guaraná, Armindo – Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.



MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE

Biografias de médicos de Sergipe .......................................... 207

Biografias de médicos da Bahia ............................................. 418

Total ....................................................................................    625

sexta-feira, 2 de março de 2012

206- SERGIPE: JOSÉ THOMAZ D´AVILA NABUCO

JOSÉ THOMAZ D´AVILA NABUCO

                                                                                     *

Nasceu no Engenho Poços, município de Arauá, no dia 1 de outubro de 1880, sendo seus pais João Maria de Araújo Nabuco e Maria Luisa de Araújo Nabuco.
Realizou os estudos preparatórios em Aracaju e no Rio de Janeiro (onde, por quatro anos, serviu ao Exército).
Em 1908, ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia e nela realizou os quatro primeiros anos do curso médico.
Transferido para a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, completou o curso de medicina, sendo por ela diplomado em 24 de dezembro de 1914.
Foi interno de Clínica Cirúrgica no Hospital Central do Exército.
Depois, fixou residência em Tubarão (Santa Catarina), onde foi nomeado delegado de higiene.
Após algum tempo, mudou-se para São Joaquim da Costa da Serra, também em Santa Catarina.
Regressando para seu estado natal, foi clinicar em Maruim.
No início de 1920, foi nomeado inspetor médico escolar de Aracaju.
Em Aracaju foi diretor do Posto Central de Assistência Pública e Diretor (Interino) de Higiene e Saúde Pública de Sergipe.
Sua tese de doutoramento versou sobre “Desconhecimento da aptidão física para o serviço militar”.
Foi presidente da Sociedade de Medicina de Sergipe (1958-1960) e membro do Conselho Regional de Sergipe (no qual fez parte de sua diretoria).
FONTE BIBLIOGRÁFICA
Guaraná, Armindo – Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.

MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
Biografias de médicos de Sergipe ............................................... 206
Biografias de médicos da Bahia .................................................   418
Total .........................................................................................      624

205- SERGIPE: JOSÉ TELLES DE MENEZES

GUARARÁ, MINAS GERAIS

                                                                                     *

Nasceu em 12 de fevereiro de 1851 em Laranjeiras, sendo seus pais Mnuel Telles de Menezes e Maria São José Telles.
Fez os preparatórios no Colégio do Prof. Abílio Borges (Barão de Macaúbas), na capital baiana.
Matriculou-se  na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, sendo por ela diplomado em 3 de janeiro de 1878, depois de defender tese subordinada ao título “Dos bromuretos, sua ação fisiológica e terapêutica”.
Formado, exerceu a clínica na vila de Guarará, Minas Gerais.
Vereador da Câmara Municipal de Mar de Espanha, foi um dos fundadores do Partido Republicano  naquela localidade.
Criado o município de Guarará, foi nomeado seu intendente.
Delegado de higiene e inspetor escolar, prestou relevantes serviços no exercício de ambos os cargos.
Doente, transferiu-se para o Rio de Janeiro a fim de buscar tratamento, vindo a falecer na localidade de Bicas, em Guarará, no dia 24 de julho de 1916.

FONTE BIBLIOGRÁFICA
Guaraná, Armindo – Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.

MÉDICOS ILUSTRES DA BAHIA E DE SERGIPE
Biografias de médicos de Sergipe ........................................ 205
Biografias de médicos da Bahia ........................................... 418
Total ..................................................................................     623