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By Ferramentas Blog

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

OLYMPIO CARDO DA SILVEIRA





 
 
 
 






Nasceu em 12 (ou 10, segundo Miranda e Cols, obra citada) de maio de 1879, no Engenho Paiayayá, em Vila Cristina (hoje Cristinápolis), em Sergipe.
Filho de José Rodrigues da Silveira e Maria dos Anjos Cardoso da Silviera.
Alfabetizado pelo sua, aos dez anos de idade seguiu para a Bahia, onde realizou os cursos e primário e secundário.
Terminado o curso de humanidades, ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia, onde foi aluno de Clementino Fraga  e outros luminares.
Inicialmente concluiu o curso de farmácia. Depois, diplomou-se em Medicina, pelo que recebeu o respectivo diploma no dia 16 de dezembro de 1905.
Sua tese de doutoramento, intitulada “Da filaria sanguinis hominis”, foi aprovada com distinção.
Foram seus colegas da turma de medicina, dentre outros, Enjolras Vampré,  Ovídio Pires de Campos e Othon Chateau, ilustres nomes da medicina brasileira.
Formado, iniciou sua vida profissional em Belém, no Estado do Pará, onde chegou no dia 29 de julho de 1906, a bordo do navio “Alagoas” (o mesmo navio que levou D. Pedro II ao exílio).
Olímpio Cardoso da Silveira chegou na capital paraense com, apenas, cem mil reis no bolso e mais um conto de reis emprestado de um cunhado, quantia que logo depois devolveu intacta (2).
Durante cerca de um mês, foi médico do Esquadrão de Cavalaria da Brigada Militar. Depois, passou para a companhia inglesa de navegação “The Amazon River Steam Navigation Company”, onde permaneceu durante os quinte anos seguintes.
Em 1919, fundou com outros médicos ilustres, a Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará. Em 17 de junho de 1921, foi nomeado para o Serviço de Profilaxia Rural.
Em 24 de janeiro de 1924, assumiu o cargo de Secretário da Faculdade de Medicina e Cirurgia, da qual foi um dos fundadores. Como Secretário da Faculdade desempenhou, durante muitos anos,  relevantes serviços, pelo que recebeu elogios de vários de seus Diretores.
Em virtude de sua atuação, recebeu da congregação daquele estabelecimento de ensino o título de “Professor Honoris Causa”.
Em 1930, foi eleito vogal do Conselho Municipal e, logo depois, ocupou o cargo de diretor do Hospital dos Marítimos.
 
Foi Inspetor do Serviço Sanitário Estadual, médico da Casa de Saúde Marítima, da Sociedade Médico Cirúrgica do Pará e da Sociedade Artística Paraense.
Faleceu na capital paraense, no dia 9 de agosto de 1968
 
FONTES BILBIOGRÁFICA:
Guaraná, Armindo – Dicionário Bio-bibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro, 1927.
Miranda, Aristóteles G. de, e Abreu Júnior, José Maria de Castro – Memória Histórica da Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará (1919-1950). Belém, 2009.
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