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By Ferramentas Blog

terça-feira, 26 de abril de 2011

O LADO OBSCURO DA CIRURGIA (I)

    (Extraído de “Galileu”-Número 238, maio 2011: pg. 63)
UNIVERSITY COLLEGE

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Robert Liston caminha em direção ao centro cirúrgico, ao lado do necrotério do hospital do University College, em Londres. Lamparinas a gás iluminam a mesa de operação, onde seu paciente é colocado. Mesa de operação, aqui, é só um modo de dizer. A pessoa fica estendida em um banco de pinho repleto de manchas de sangue de outros adoentados que por lá passaram. Ele tem um osso quebrado que perfura a pela de sua pantorrilha. Seria um procedimento relativamente simples, não tivessem o doutor e o paciente nascido na época errada.
O ano é 1842, quando uma fratura exposta significava infecção seguida de gangrena e morte. A outra opção, amputar a perna, não era muito melhor. Um em cada seis amputados por Linston – o melhor cirurgião do Império Britânico- não resistia. Sem dizer que, antes de enfrentar a morte, ainda tinham que passar por momentos de dor intensa pois não existia anestesia, só alguns paliativos, como álcool ou algum tipo de psicotrópico.
Um dos auxiliares de Liston amarra a perna boa do paciente à mesa e dois outros homens seguram seus ombros e braços para evitar que ele saia do lugar quando começar a se debater. Um terceiro ajudante pega a perna machucada enquanto Linston, em um movimento rápido, corta a carne da coxa. Outro assistente aperta um torniquete para reduzir o sangramento. Depois, coloca os dedes (sem luvas) dentro do corte e puxa para cima a massa de pele e músculos, expondo o osso. O paciente urra – é provavelmente a pior dor da sua vida. Linston esfrega uma serra em vai e vem contra o osso e uma poça vermelha de sangue se forma no chão enquanto  ele se solta, no que o cirurgião alcança agulha e linha para fechar veias e artérias. O procedimento é cronometrado: 30 segundos.
Este é um dos relatos recuperados em documentos históricos por Richard Hollinghan, jornalista da rede de TV inglesa BBC, em seu livro “Sangue e Entranhas: A Assustadora História da Cirurgia”, recém-lançado no Brasil pela Editora Geração. A obra mostra os percalços de cirurgiões e pacientes até que a prática se tornasse mais segura.
Nesse caminho, transplantes feitos com órgãos de animais, lobotomias com picadores de gelo e infecções transmitidas pelas mãos contaminadas dos cirurgiões eram comuns. “Sem raios X para identificar os males, sem anestesia para reduzir a dor, sem antibióticos e sem esterilização, os procedimentos cirúrgicos até o começo do século XX eram extremamente perigosos”, diz Hollingham.


OS CASOS DE ROBERT LISTON

 
ROBERT LISTON

*

Robert Liston era a faca mais rápida do West End, em Londres. Podia amputar uma perna em dois minutos e meio.
Liston era de uma agitação incorrigível, mesmo para um cirurgião. Evitava carruagens, visitava seus pacientes a cavalo, e adorava caçar. A reputação de sua velocidade lotava sua sala de espera, e o mordomo tinha que circular uma jarra reanimadora de vinho madeira e biscoitos. Quando a anestesia ainda não era conhecida – podia-se escolher entre embriagar-se com ópio ou rum, ou morder um pano enrolado em um bastão – a cirurgia era uma questão de quanto maior a velocidade, menor a dor.
Tinha 1,85m de altura, e operava usando um casaco verde-garrafa e botas Wellington. Movia-se como um duelista através de mesas salpicadas de sangue com seu paciente desmaiado, suado e amarrado, e gritava "Cronometrem, senhores, cronometrem!" a estudantes com relógios de bolso em galerias com amuradas de ferro. Todos juravam que o primeiro brilho do seu bisturi era seguido tão suavemente pelo som do raspar da serra nos ossos que a visão e o som pareciam simultâneos. Para liberar ambas as mãos, ele segurava o bisturi ensangüentado entre os dentes.
Foi Robert Liston quem realizou, em 21 de dezembro de 1846, a primeira operação sob anestesia na Europa. Único comentário: "Esse truque ianque ganha de longe do hipnotismo." A perna caiu no balde de serragem em dois minutos e meio, mas, ainda assim, o talento de Liston em velocidade cirúrgica já se via ultrapassado.

O terceiro mais famoso caso de Liston
Discussão com seu residente. Aquele tumor vermelho e pulsante no pescoço do garoto era um abscesso na pele? Ou era um perigoso aneurisma da artéria carótida? "Ora!" exclamou Liston impacientemente. "Quem já ouviu falar de um aneurisma em um garoto tão jovem?" Tirando rapidamente um bisturi do bolso de seu casaco, ele o punçou. Nota do residente: "Jorrou sangue arterial, e o garoto foi-se." O paciente morreu, mas a artéria está viva, no Museu de Patologia do University College Hospital, objeto número 1256.

O segundo mais famoso caso de Liston
Amputou a perna em dois minutos e meio, mas em seu entusiasmo foram-se também os testículos do paciente.

O mais famoso caso de Liston
Amputou a perna em menos de dois minutos e meio (o paciente morreu mais tarde de gangrena na enfermaria do hospital, o que geralmente acontecia naqueles tempos pré-listerianos – Lister foi o inventor da anti-sepsia). Amputou, também, os dedos de seu jovem assistente (que morreu mais tarde de gangrena na enfermaria do hospital, o que geralmente acontecia naqueles tempos pré-listerianos). Cortou também as caudas do fraque de um ilustre espectador da cirurgia, que, de tão aterrorizado com a possibilidade de o bisturi ter perfurado seus órgãos vitais, caiu morto de susto.

Essa foi a única operação da história com uma taxa de mortalidade de 300 por cento

domingo, 24 de abril de 2011

AVULSO- GILSON SOARES FEITOSA


 
GILSON FEITOSA


Geraldo Leite


Nasceu em Aracaju, Sergipe. Fez os cursos primário e secundário na capital sergipana. Os estudos preparatórios foram realizados no Colégio da Bahia, em Salvador.
Em 1965 foi aprovado nos exames de habilitação de ambas as faculdades de medicina de Salvador. Na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, foi classificado em primeiro lugar. Optou pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, pela qual foi diplomado em 1970.
Nos anos de 1972-1973, realizou Residência Médica no Hospital Universitário Prof. Edgar Santos. Logo depois, seguiu para os Estados Unidos, onde se especializou em Cardiologia. Freqüentou, como Interno, o Hospital do Medical College of Pennsylvania e obteve o certificado do American Board of Internal Medicine.
Regressando à Bahia, prestou concurso para professor auxiliar de ensino da Faculdade de Medicina da UFBa, onde permaneceu até 1978.
Em 1979, tornou-se professor titular de Clínica Médica, na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública e assumiu a chefia do Serviço de Cardiologia do Hospital Santa Izabel, da Santa Casa de Misericórdia da Bahia, onde permanece até o momento atual.
Dirige também o Serviço de Cardiologia do Hospital Aliança da Bahia, desde 1989.
É membro destacado de várias instituições científicas e culturais, dentre as quais destacamos a Sociedade Brasileira de Cardiologia (da qual foi presidente), a Sociedade Sul-Americana de Cardiologia (da qual foi vice-presidente e presidente), a Sociedade de Cardiologia da Bahia (da qual foi presidente), a Sociedade de Cardiologia da Venezuela (da qual é sócio honorário), a Sociedade de Cardiologia da Paraíba (da qual é também sócio honorário), a Sociedade Brasileira de Clínica Médica, a Sociedade Norte-Nordeste de Cardiologia e a Academia de Medicina da Bahia.
Publicou dois livros, vinte e dois capítulos de livros, dezenove trabalhos científicos em revistas indexadas (das quais seis  estrangeiras) e onze trabalhos em periódicos não indexados.
Participou de sessenta e cinco congressos de cardiologia, no Brasil e no exterior, presidindo alguns deles.
É um dos pioneiros na utilização de células-tronco para a recuperação ventricular dos corações chagásicos.
O Dr. Gilson Soares Feitosa é uma das maiores expressões da Cardiologia brasileira.



FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Cruz, Thomaz Rodrigues da – Discurso de Recepção do Dr. Gilson Soares Feitosa na Academia de Medicina da Bahia. Anais da Academia de Medicina da Bahia, Volume XIV, dezembro 2004.

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AVULSO- GILDA BACAL FUCS

 
GILDA FUCS- CONGRESSO DE SEXOLOGIA, EM RECIFE


Geraldo Leite


Médica psiquiatra e sexóloga, graduada pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública.
Cursos de especialização em Sexologia, na Espanha, Portugal, Suécia e Estados Unidos.
Professora de Psicopatologia Sexual da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia.
Membro titular de diversas instituições científicas e culturais, na sua área de especialização.
Autora de vários livros: em 1985, “Manual Feminino-Masculino de Investigação Sexual”; em 1987, “Por que o sexo é bom ?”; em 1993, “Homem / mulher, encontros e desencontros”; em 1998, “Sexo sem vergonha”; em 2005, “Homem x Mulher”.
Em “Manual Feminino-Masculino de Investigação Sexual”, a autora aborda a evolução psíquica e sexual do indivíduo, desde o período pré-natal até a velhice e oferece informações de interesse para educadores, assistentes sociais, enfermeiros, sociólogos, antropólogos, psicólogos e médicos.



FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Gilda Bacal Fucs – Disponível em http://www.cinform.com.br/blo g/anteriores/21820088544794459. Acesso em 10 de março de 2009.


                                                         

Este livro atende a um público heterogêneo. É de interesse para o leigo que deseja refletir sobre a sexualidade; para os casais que estão enfrentando algum problema de ordem sexual; para médicos e psicólogos que necessitam de mais informações sobre terapia de problemas ligados à sexualidade. Finalmente, para aqueles que desejam esclarecer dúvidas básicas, a última parte do livro responde às questões mais freqüentes levantadas nas conferências da autora.


   

                                                                    























http://www.cinform.com.br/blog/anteriores/21820088544794459

AVULSO- FERNANDO DE SOUZA PEDROSA

 



Geraldo Leite


Nasceu em Salvador, a 8 de fevereiro de 1931, sendo seus pais Manoel José Pedroza e Judith de Souza Pedroza.
Fez os estudos preparatórios no Colégio Antônio Vieira, em sua cidade natal.
Matriculou-se, em 1951, na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia.
Como estudante de medicina, freqüentou o Serviço de Propedêutica Clínica, do Professor Augusto Mascarenhas; o Serviço de Tisiologia, do Professor José Silveira (no Instituto Brasileiro de Investigação da Tuberculose e na Clínica Tisiológica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia); a Maternidade Nita Costa e o Hospital Getúlio Vargas, sob orientação, respectivamente, dos Professores Djalma Ramos e Carlos Aristides Maltez.
Diplomou-se em Medicina, em 1956.
No mesmo ano, passou a frequentar o Serviço de Clínica Cirúrgica do Professor Aristides Maltez e ingressou, por concurso, no Serviço Médico da Petróleo Brasileiro S.A. (PETROBRÁS).
Na Petrobrás, foi supervisor dos serviços médicos dos campos de Candeias, Dom João, Catú e Mata de São João. Nesta última cidade, incentivou e fez inaugurar, em 1959,  a maternidade local, motivo pelo qual foi agraciado com o título de cidadão honorário do referido município.
Depois, assumiu a chefia do Ambulatório Central da Petrobrás, em Salvador, oportunidade em que contribuiu para a implantação do Serviço de Medicina Operacional da empresa, instituindo o exame periódico anual, em caráter obrigatório.
Em 1961, após concurso, ingressou no Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Industriários, passando posteriormente, para o Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social, onde prestou relevantes serviços.
Sócio de diversas instituições culturais e científicas, participou de cursos, congressos, seminários e outros eventos, na área de sua especialidade.
Em 1983, aposentou-se da Petrobrás e, em 1991, do Instituto Nacional de Assistência e Previdência Social.
Aposentado, tornou-se sócio fundador da Associação dos Mantenedores Beneficiários da PETROS e, com outros colegas aposentados, criou o serviço médico da Associação.
Membro titular do Conselho de Curadores da Fundação José Silveira, do Instituto de História da Medicina e Ciências Afins, e de outras instituições médicas de Salvador, é o dr. Francisco Pedroza uma das figuras mais representativas da classe médica, em nosso estado.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
Informações pessoais, fornecidas pela familia


ESTÂNCIA, SERGIPE: TERRA DE SEUS ANCESTRAIS
(CATEDRAL, COM O RELÓGIO DOADO PELO SEU AVÔ)

ESTÂNCIA, SERGIPE
CORÊTO DA PRAÇA RIO BRANCO

ESTÂNCIA, SERGIE
OURTRO ÂNGULO DA PRAÇA RIO BRANCO

História de Estância
ESTÂNCIA, SERGIPE
PONTE SECULAR SOBRE O RIO PIAUITINGA

AVULSO- ELSIMAR METZKER COUTINHO



ELSIMAR COUTINHO



Geraldo Leite



Nasceu em Pojuca, a 18 de maio de 1930, sendo seus pais Elsior Coutinho e Alaíde Metzker.
Efetuou os estudos elementares, em Pojueca. Os cursos secundário e colegial, em Salvador.
Ingressou, na Universidade Federal da Bahia, pela qual foi graduado em Farmácia (1951) e Medicina (1956).
Em seguida, foi estudar com o Professor Claude Fromageot, na Sorbone, em  Paris. Na Sorbone, interessou-se pelo mecanismo de ação dos hormônios.
Retornando da França, fez pós-graduação na Universidade do Brasil (1957).
Voltou à universidade de origem, como Professor associado de Fisiologia, da Escola de Farmácia.
Depois, foi selecionado como “Fellow”, do “Institute for Medical Rsearch”, em Nova York. Naquele Instituto, estagiou com os Professores  A.Csapo e G. Córner (descobridor da progesterona).
A partir de então, passou a estudar, com profundidade, os esteroides, e seus efeitos no planejamento familiar.
Voltando ao Brasil, tornou-se Diretor de Pesquisas Clínicas da Maternidade Climério de Oliveira (UFBa). Graças ao seu trabalho, seu Serviço passou a ser considerado centro de referência, para estudos e pesquisas, em Reprodução Humana.
Elzimar Coutinho revelou o efeito anticoncepcional da medroxiprogesterona, enfatizando sua importância no controle da reprodução humana. Descobriu os primeiros anticoncepcionais injetáveis e passou a ser considerado uma das maiores expressões na endocrinologia da reprodução e do planejamento familiar.
Uma série de descobertas e invenções, tornaram-no célebre: descobriu os primeiros anticoncepcionais injetáveis, de ação prolongada; a primeira pílula
anticoncepcional; os implantes subcutâneos de efeito prolongado, a pílula vaginal e os dispositivos intra-uterinos (“Cruz de Lorena” e “Cruz de Caravaca”).
Criou uma clinica modelo de planejamento familiar, em Salvador (Centro de Pesquisa e Assistência em Reprodução Humana – CePARH).
Na Universidade Federal da Bahia, acumulou numerosos títulos acadêmicos: Professor assistente de Fisiologia e Quimica da Fisiologia, da Faculdade de Medicina (1958); Docente-livre de Química Biológica, da Faculdade de Farmácia (1960); Professor catedrático de Química Biológica, da Faculdade de Farmácia (1961); Docente-livre de Química Fisiológica, da Faculdade de Medicina (1963); Professor adjunto de Química Fisiológica, da Faculdade de Medicina (1964); Chefe do Departamento de Bioquímica, do Instituto de Química  (1964); Professor titular do Departamento de Bioquímica, do Instituto de Ciências da Saúde (1969); Professor adjunto do Departamento de Obstetrícia  e Ginecologia, da Faculdade de Medicina (1970); Professor titular do Departamento de Assistência Materno Infantil, da Faculdade de Medicina (1973); Professor titular de Reprodução Humana, da Faculdade de Medicina (1981).
É membros de numerosas instituições cientificas do Brasil, Estados Unidos, Portugal e outros países.
Recebeu vários títulos e homenagens, de entidades científicas do Brasil e do exterior.
Artigos completos, publicados em periódicos, duzentos e vinte e cinco. Livros publicados, dez. Capítulos de livros publicados, trinta e sete. Trabalhos completos publicados em anais de congressos, quarenta e oito. Resumos publicados em anais de congressos, trinta e três. Participação em eventos, duzentos e oitenta e sete.


FONTES BIBLIOGRÁFICAS:

1. Elsimar Coutinho- Disponível em http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual
    /visualizacv.jsp?id=K4783002Z4&tipo=simples. Acesso em 6 de feveriro
    de 2009.
2. Elsimar Coutinho – Disponível em htt://pt.wikipedia.org/wiki/Elsima_Co
    Utinho – Acesso em 6 de fevereiro de 2009.
    eArticle.2005-01=05.4921.

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CAPA DO LIVRO "O SEXO DO CIÚME"

                                            21 de fevereiro de 2011

CÃMARA HOMENAGEIA ELSIMAR COUTINHO
13 de Maio de 2010
O cientista Elsimar Coutinho será homenageado pela Câmara de Vereadores de Salvador. O médico, famoso pela célebre movimentação contra a menstruação feminina, terá para si uma sessão solene na próxima terça-feira (18) às19h. A celebração acontece em comemoração ao seu aniversário de 80 anos, além do reconhecimento às descobertas e pesquisas no campo da reprodução humana e na saúde em geral. A homenagem foi proposta pelo vereador Paulo Magalhães Jr. (PSC), que aponta o médico como um “corajoso” por, anos atrás, quando o assunto era tabu, defender o controle da natalidade no Brasil, sendo assim um pioneiro.
                                                                                  
                                                            
                                                        "NÃO EXISTE HOMEM FIEL"
                                     
     "CONHECIMENTO, SEXO E DISTÂNCIA DE CERTOS ALIMENTOS PODEM ALIVIAR TPM"
06/08/2008 - 11h37
"DR. ELSIMAR COUTINHO, BAIANO BOM DE BRIGA"
18/07/2009

AVULSO- ELIANE ELISA DE SOUZA AZEVEDO




ELIANE AZEVEDO



Geraldo Leite



Nasceu em 12 de março de 1936, em Tanquinho, Bahia, sendo seus pais José Adolpho Magalhães Azevedo e Judith Soares de Souza Azevedo.
Fez o curso primário em sua terra natal. Continuou os estudos no Colégio Santanópolis e no Ginásio Estadual, em Feira de Santana.
O final dos preparatórios foi realizado em Salvador, no Instituto Normal da Bahia.
Em 1956, ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, pela qual foi diplomada em 1961.
No decorrer do curso médico, demonstrou forte interesse pela pesquisa científica, pelo que realizou estágios nos laboratórios de Histologia, Fisiologia, Anatomia Patológica e no Núcleo de Medicina Experimental (Chefiado pelo Prof. Roberto Santos).
No curso de sua brilhante carreira, fez Residência Médica na Universidade Federal da Bahia, conquistou o doutorado em Doctor of Philosophy in Genetics, pela Universidade do Hawaii (1969) e Pós-doutorado, pela Universidade de Londres (1973).
Ainda estudante de medicina, publicou, na Revista Brasileira de Medicina, seu primeiro trabalho científico (Rio, 1961).
De 1963 a 1964, trabalhou na Universidade de  Hawaii e participou do curso de Genética Médica, no Jackson  Laboratory, em Bas Harbor, Maine. Visitou outras universidades norte-americanas, com o objetivo de realizar estudos sobre Genética Humana.
Foi selecionada como Fellow do Programa de Genética Médica, na Universidade de Washington (Seattle, 1964-1966).
Regressando ao Brasil, foi contratada Professora da UFBa (1972/1973).
Em 1975, conquistou, por concurso, o cargo de Professora titular de Genética Humana, na referida universidade. Em 1992, foi indicada para o cargo de Vice-Reitora. Em  1992, foi nomeada Reitora da UFBa e, em 2002,  por indicação da Congregação da Faculdade de Medicina, Professora Emérita.
Primeira reitora eleita pela comunidade, primira professor a receber o título de Professor Emérito e primeira memorialista da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (1996-2007).
Aposentada, voltou à Feira de Santana, sendo contrata Professora visitante da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).
Em 2000, ocupou, por concurso, o cargo de Professora titular de Bioética.
Em 2006, aposentou-se, na UEFS.
É bolsista pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, membro do Conselho Deliberativo da Fundação Anísio Teixeira, Coordenadora do Núcleo de Bioética da Faculdade de Medicina da UFBa, membro do corpo editorial da Gazeta Médica da Bahia, da Genetics and Molecular Biology, da Revista Baiana de Saúde Pública, do periódico Sitientibus (UEFS), da Revista de Ciências Médicas e Biológicas e do Observatoire de Genetique.
É presidente da Academia de Medicina de Feira de Santana e pertence a várias instituições científicas do Brasil e do exterior.
Artigos completos, publicados em anais de congressos, cento e cinqüenta e nove. Livros publicados, doze. Capítulos de livros, dezenove. Resumos publicados em anais de congressos, setenta e três. Participação em bancas examinadas: de mestrado, treze; de doutorado, treze; de professor titular, seis; de livre-docência, uma.
Participação em eventos, na área de sua especialidade, cento e oito e cinco.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
Eliane Elisa de Souza Azevedo – Disponível em http:// buscatextual .cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4783547Y3.  Acesso em 6 de fevereiro de 2009.
2. Memória da Academia de Medicina  de  Feira de Santana. Feira de Santa
      na, 2007.




REITORIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA


 


UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA

AVULSO- EDVALDO FAHEL

 
EDVALDO FAHEL


Geraldo Leite



Graduado em Medicina, em 1971, pela Faculdade de Medicina da Bahia.
Especialização  em coloproctologia,   em 1997. Especialização em Cirurgia
Geral, no Ministério da Educação e Cultura, em 1996. Especialização em Vídeo-cirurigia, pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Laparaoscópica, em 996. Especialização em Cirurgia do Aparelho Digestivo, pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva, em 199-2000. Doutorado em Clínica Cirúrgica, em 1997-1998, pela Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre.
Chefe do Serviço de Cirurgia do Hospital São Rafael, em Salvador.
Professor titular de Clínica Cirúrgica da Escola Bahiana de Medicina e da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia.
Coordenador da Pós-graduação, ao nível de mestrado e doutorado, da Faculdade de Medicina da UFBa.
Artigos completos, publicados em periódicos, vinte. Livros publicados, um. Capítulos de livros, quatro. Trabalhos completos, publicados em anais de congressos, trinta e sete. Resumos publicados em anais de congressos, quarenta e três. Artigos publicados em anais de congressos, vinte e três. Trabalhos apresentados em eventos da especialidade, cento e três. Participação em bancas examinadoras de mestrado, uma. Participação em bancas examinadoras de doutorado, doze. Participação em eventos científicos, no âmbito de sua especialidade, cinqüenta e sete.
O Professor Edvaldo Fahel é, no momento, uma das expressões mais altas da medicina baiana.

FONTE BIBLIOGRÁFICA
Eduardo Fahel -  Disponível  e m http:// http://buscatextual cnpq.br /bsca textual jsp?id=K4761781Y8. Acesso em 10 de fevereiro de 2009.




DIRETORIA DO COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES